quinta-feira, 25 de maio de 2017

O palco do projeto ‘Domingo Encantado’, do Shopping Grande Rio, recebe no dia 28 de maio a peça infantil ‘Cinderela’, a partir das 17h. A atração é gratuita e tem produção da Cia Teatral Artistando.

Cinderela é uma jovem camponesa, que vive sendo escravizada por suas irmãs e sua cruel madrasta. Quando o rei resolve casar o filho, o soberano convoca todas as donzelas do reino para um baile real no palácio, onde o príncipe escolherá sua futura esposa. Diante disso, Cinderela se sente no direito de ir ao baile, porém, sua madrasta só permitirá que ela vá à festa após fazer todos os afazeres domésticos.

Cinderela só conseguirá chegar ao baile com a ajuda de uma bondosa fada madrinha, que lançará um encantamento na bela camponesa para que ela participe do baile. Ao sair da festa, Cinderela deixará o seu sapato de cristal na escadaria do palácio e, a partir daí, o príncipe procurará em todo o reino por sua dona.

Shopping Grande Rio apresenta o clássico infantil ‘Cinderela’
Data: 28 de maio de 2017 (domingo)

Local: Ao lado da loja Mundo Verde

Horário: 17h

Entrada: Gratuita

Sujeito à lotação

O Shopping Grande Rio fica na Rua Maria Soares Sendas, 111, São João de Meriti/ RJ. Telefone: (21) 2430-5111.
De 09 de Junho a 29 de Julho no Teatro dos Grandes Atores

Conhecido inicialmente como Rock Bola, programa, no ar na Rádio Globo, celebra aniversário com espetáculo inédito na Barra da Tijuca.

Após o sucesso do “Talk-Show de Bola”, visto por mais de 80.000 pessoas nos principais palcos cariocas, a partir de 09 de Junho de 2017 o time do POP BOLA ESPORTE CLUBE volta aos palcos com espetáculo inédito “Chama no Azeite”. Seguindo o formato stand-up comedy, em cena Alexandre Araújo, Alexandre Tavares, Lopes Maravilha, Alex Calheiros e Frajola contam histórias diversas. Além do futebol e atualidades do mundo esportivo, os humoristas vão caricaturando o cotidiano e as relações humanas, abordando temas que geram identificação e interação com a plateia de forma leve e divertida.

No palco, duas mesas e quatro cadeiras dão vida ao cenário. O espetáculo conta com sonoplastia ao vivo, no estilo radiofônico, em todas as apresentações, acompanhando cada história com sons e músicas, muitas vezes no improviso.

OS HUMORISTAS

ALEXANDRE ARAÚJO

Jornalista, radialista, roteirista e compositor, é o apresentador do programa. Fora do humorístico esportivo, já passou pela Fox Sports, Canal Viva, Multishow , Sportv, Record, Premiere Combate. Em rádio, já trabalhou em emissoras como: Bradesco Esportes, OI FM, FM O Dia, MPB FM, Globo AM, Band AM SP, Rádio 9 de Julho, Estadão, entre outras. É tricolor assumido, sem duplo sentido, e torcedor da boa São Clemente.

ALEXANDRE TAVARES

Radialista, é o representante da nação rubro-negra. Dono de uma potente voz grave, sucesso em cabarés e boates de Copacabana, presta inúmeros serviços como Mestre de Cerimônia nos principais eventos do país. Tatá também está todos os dias na JB FM. Há quem diga que a idade é grande culpada pela lenda de que não sabe o hino completo do Flamengo.

LOPES MARAVILHA

Radialista e botafoguense, é o criador de inúmeros bordões, como: “Olha o Malte” e “Escorregar não é cair”. Quase um senhor de meia idade, Lopes tem tolerância zero com ouvintes, animais e companheiros de trabalho. Homem de sorte, só passou por grandes empresas (Mesbla, Sapasso, Banco Nacional), ajudando a falir todas antes de chegar ao Pop Bola. Antes de brilhar no rádio, Lopes era crooner do grupo “Gostoso é assim”.

ALEX CALHEIROS

O caçula da turma tem estrela. O barbudo foi escolhido após um longo e doloroso processo de seleção. Mal chegou e seu time foi campeão após 12 anos. Calheiros é roteirista, jornalista e publicitário, e adora filmes cults. Figurinha fácil nos jogos do Vasco é facilmente identificado pelo seu chapéu estilo Crocodilo Dundee do nordeste. Falem mal dele, mas nunca de seu time.

FRAJOLA

Frajola é o mais novo membro intumescido do grupo. Eterno suplente de Toni Platão, o homem que corre atrás do Piu-Piu honra a fama e defende o Fluminense com unhas bem feitas e dentes careados. O tricolor é conhecido por usar “enfim” em todas as frases e é uma aposta da base do Pop Bola. Frajola é o organizador do tradicional “Freak of the Year”, tradicional festa do jocoso programa.

SOBRE O POP BOLA

O programa, que em 2017 comemora 15 anos, já esteve presente em diversas rádios: Rádio Cidade, FM O Dia, MPB Fm, Bradesco Esportes e Oi Fm, sempre líder de audiência. Atualmente faz parte da programação da Rádio Globo (FM 98,1 / AM 1220), sendo líder absoluto de audiência, com dois programas (de segunda a sexta das 16h às 17h, e domingos das 20h às 22h).

Foi escolhido como melhor programa de rádio (Prêmio Escola de Rádio 2009, 2012 e 2015). O POP BOLA é tricampeão!

Pioneiros no formato para rádio, o POP BOLA dá voz a arquibancada e usa o bom humor afiado desde sua estreia em 2002, carregando uma legião fiel de seguidores.

Inicialmente conhecidos como “Rock Bola” (na Rádio Cidade), em 2013 o grupo mudou de nome e passou a ser chamado de POP BOLA. Os integrantes originais e o formato consagrado foram mantidos até 2015, ano em que foi realizado o maior reality show da história do rádio.

Mas enganam-se os que associam o POP BOLA apenas ao futebol e ao rádio. Os representantes dos quatro grandes clubes cariocas também passeiam por outras modalidades esportivas e outras mídias: dos boletins de MMA até as paralimpíadas, além de assuntos do momento, novelas e curiosidades. Conteúdos bem-humorados nos mais variados suportes midiáticos, com comunicadores por excelência que também atuam na TV, teatro, eventos institucionais e na internet.

SERVIÇO

Temporada: 09 de Junho a 29 de Julho de 2017.

Local: Teatro dos Grandes Atores

Endereço: Avenida das Américas, 3555 - Barra da Tijuca (Shopping Barra Square)

Telefone: (21) 3325-1645

Horário: Sextas e sábados, às 23h.

Valor do Ingresso: R$70,00 (inteira)/ R$35,00 (meia)

Capacidade: 336 lugares

Gênero: Stand-up comedy

Classificação: 18 anos

Duração: 75 minutos

FICHA TÉCNICA
Texto e Atuação: Alexandre Araújo, Alexandre Tavares, Alex Calheiros, Frajola e Lopes Maravilha

Iluminação: Frederico Eça

Fotos de Divulgação: Pedro Arantes

Design Gráfico: Marcello Queiroz

Direção de Produção: Caio Bucker

Produção Executiva: Ricardo Fernandes

Assessoria de Imprensa: Dois Pontos Assessoria

Realização: Bucker Produções Artísticas e Pop Bola

SOBRE A DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
CAIO BUCKER

Formado em Cinema e mestrando em Filosofia da Arte, é o produtor do espetáculo. Vascaíno, tem mais de 10 anos de carreira, tendo trabalhado com grandes nomes do humor, como Bemvindo Sequeira, Nany People, Charles Paraventi, Claudia Rodrigues, Fernando Ceylão, Gorete Milagres e Zéu Britto. No teatro, produziu diversos espetáculo, entre eles “Acepipes”, “Deixa Solto”, “Então...Nany People Deu no que Deu” e “Garotos”. Atualmente, está em turnê com os espetáculos “Delírios da Madrugada”, “Filódaemprego.com” e “Baker Street 221B”.

sábado, 20 de maio de 2017

Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de "Executiva Sarada" por seu corpo impecável, detalha no livro "Do sonho à realização", que será lançado dia 18 de maio, e sobre a criação de sua própria editora, a Legacy, como superou os apelidos pejorativos na escola para se tornar campeã fitness do WBFF (World Beauty Fitness & Fashion) e Diretora Executiva da Apsen Farmacêutica.

Meus cabelos encaracolados e meus quilos a mais incomodavam meus colegas que reagiam com ofensas e brincadeiras ruins. Meus apelidos eram Shampoo e Bob Marley. Foram essas frustações que me impulsionaram a mudar minha vida e agir de maneira diferente tendo força para correr atrás dos meus objetivos e me tornar uma pessoa mais forte. O autoconhecimento me ensinou a me enxergar, além do ponto de vista dos outros e até do meu próprio. Aprendi a investir e aprimorar meus pontos positivos, dons e aquilo que faço certo. Descobrir-se dentro deste mundo caótico, é uma tarefa difícil, mas não impossível. Ter fé em si mesmo é um bom passo, rumo a grandes e maravilhosas descobertas sobre o que podemos fazer e alcançar”, afirma a atleta profissional WBFF, executiva, blogueira, escritora, empreendedora e coach.


“Pratico esportes há 14 anos, e essa é a paixão que tanto prezo e não abro mão. Descobri uma outra Renata. Um novo eu. Exijo de mim mesma reservar espaço para esse meu outro lado. Levo a sério! E foi no esporte que consegui exercitar minha mente, corpo e alma. Correr, por exemplo, me transcende. Na prática de esporte consigo exercitar a autodisciplina, o autocontrole, aprendo a ser assídua naquilo que quero e a saber esperar”, exalta a morena de 35 anos.

No livro, Renata Spallicci também detalha a importância do balé na sua vida, como se tornou um executiva de biquíni e toda sua formação como coach.

Fotos : Toby Harrison 




Com direção de Adriana Schneider e Lucas Oradovschi, montagem põe em cena as urgências cotidianas de quem vive em uma grande cidade.

A dramaturgia foi criada coletivamente a partir de imagens, filmes, histórias de vida dos artistas e contos literários

Formado por jovens de territórios populares do Rio, o Coletivo Bonobando chamou a atenção de público e crítica no ano passado com a apresentação do contundente Cidade Correria, espetáculo de criação coletiva e direção de Adriana Schneider e Lucas Oradovschi, que volta ao cartaz, dia 17 de maio, para curta temporada no Teatro Ipanema, ação financiada por pessoas físicas através de projeto de benfeitoria. Com apresentações lotadas, a montagem apresenta uma cidade caótica, com cenas que transbordam urgências cotidianas, contradições, alegrias, delírios, feridas e potências. No mesmo teatro, o grupo estreia seu primeiro espetáculo infantojuvenil, em parceria com o Jongo da Serrinha e o Cordão do Boitatá: Jongo Mamulengo, que fica em cartaz de 27 de maio a 18 de junho, levando ao público um trabalho que une samba, jongo e bonecos feitos especialmente pelo Mestre Zé Lopes, mamulengueiro pernambucano.

O Coletivo Bonobando surgiu em 2014 a partir de uma residência artística realizada na Arena Carioca Dicró, na Penha. ‘Cidade correria’ é fruto de trabalho coletivo, inspirado em imagens, filmes, situações cotidianas, histórias de vida dos atores e contos literários de Mia Couto, João do Rio, entre outros. O processo envolveu intensa formação, com treinamento diário com máscaras balinesas, ministrado por Lucas Oradovschi, que recebeu visitas de Ana Achcar, Fabianna de Mello e Sousa e Luiz André Alvim. O coletivo também fez oficinas, realizadas especialmente para o grupo, de palhaço, de bufão, de ator-narrador e de jogos teatrais com João Carlos Artigos, Sergio Machado, Julio Adrião e Juliana Jardim.


O espetáculo circulou por todas as Arenas Cariocas em 2015 e realizou uma temporada de sucesso no Espaço Sérgio Porto no ano passado. “O espetáculo procura retratar como é viver na cidade na perspectiva dos jovens da periferia. A gente fala muito de extermínio da população pobre, sobre as fronteiras invisíveis que exitem nas ruas, as políticas higienistas. Criamos uma cidade inventada, que não tem nome, mas poderia ser o Rio de Janeiro”, explica o diretor Lucas Oradovschi. “Não nos interessa ser uma companhia de um só lugar. O Bonobando é um coletivo que se desloca pela cidade. Somos um grupo diverso, de experiências múltiplas. Queremos problematizar a cidade como um todo”, completa a diretora Adriana Schneider.

A direção artística e preparação dos atores (10 jovens entre 20 e 29 anos) foram realizadas por Adriana Schneider, Lucas Oradovschi, Ricardo Cotrim, Mariana Mordente e Cátia Costa. Parte do processo envolveu o artista Thiago Florencio que conduziu uma experiência a partir de seu trabalho sobre objetos em deriva etnográfica e suas relações com espaços marcados por feridas coloniais. Este trabalho resultou em performances e instalações realizadas na favela da Vila Cruzeiro.

Sobre o Bonobado

O Coletivo Bonobando é um projeto pioneiro na cidade, com uma metodologia baseada na interlocução entre os saberes locais e acadêmicos. Formado pelas relações em rede, o grupo, que conta com 10 atores entre 20 e 29 anos, trabalha para a construção do conhecimento compartilhado e, através da arte, abordar questões contundentes do Brasil contemporâneo, redimensionando as fronteiras entre estética e política. Criado em 2014, o coletivo foi o primeiro a surgir a partir de uma residência artística em uma das arenas municipais, a Arena Carioca Dicró, na Penha.

Sinopse

‘Cidade correria’ é fruto de trabalho radicalmente coletivo, inspirado em imagens, filmes, situações cotidianas, histórias de vida e contos literários. O espetáculo não é uma história, é uma invasão, um transbordamento de nossas urgências cotidianas, nossas contradições, alegrias, delírios, feridas e potências. Uma cidade inventada, em deriva, que poderia ser a nossa cidade, ou qualquer cidade. Sejam bem-vindos à cidade caos, cidade contradição, cidade maravilhosa, cidade impedida, cidade carnaval, cidade invenção, cidade revolução. Cidade Correria.

Ficha Técnica:

Concepção e dramaturgia: Coletivo Bonobando

Direção: Adriana Schneider e Lucas Oradovschi

Com: Daniela Joyce, Hugo Bernardo, Igor da Silva, Jardila Baptista, Karla Suarez, Livia Laso, Marcelo Magano, Patrick Sonata, Thiago Rosa, Vanessa Rocha. Atriz substituta: Camila Krishna.

Metodologia de dramaturgia: Adriana Schneider

Direção de movimento: Cátia Costa e Mariana Mordente

Direção musical e trilha original: Ricardo Cotrim

Funk “Xô sai pra lá”: Marcelo Magano e Ricardo Cotrim

Direção de arte: Fabiana Mimura

Iluminação: Nina Balbi

Preparação corporal: Cátia Costa

Treinamento de máscaras balinesas: Lucas Oradovschi

Assistência de arte: Filipe Duarte

Direção de produção: Karla Suarez

Produção executiva: Marcelo de Brito

Comunicação: Hugo Bernardo, Lívia Laso, Karla Suarez e Marcelo Magano

Textos da pesquisa: O bebê de tarlatana rosa, de João do Rio; A última chuva do prisioneiro, de Mia Couto; O duelo entre a criança que diz sim e a cidade que diz não, de Thiago Rosa; Banzeiro, de Ricardo Cotrim; Cidade Correria 1, de Thiago Florencio; Cidade Correria 2, de Daniel Guimarães.


Serviço

Teatro Ipanema: Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema

Telefone: 2267-3750

Temporada: de 17 de maio a 22 de junho

Dias e horários: quartas e quintas, às 20h

Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 192 pessoas

Duração: 1 hora

Classificação indicativa: 12 anos

“Em cena aberta. Jovens atores da periferia compuseram uma arena política. Muito mais do que política: lírica raivosa idem. De enfrentamento coletivo. Chegam tomando nossos pulsos nervosos. Grave o nome do grupo: Bonobando." (Marcelino Freire, escritor).

“Um projeto incrível resultado da junção de residência artística, formação, criação, produção, apresentação e circulação pela cidade.” (Luiz Felipe Reis, jornalista de cultura do jornal O Globo)

“Ser plateia deste espetáculo é entrar de um jeito e não ter ideia do que está por vir. Atropelado por carros e cafifas. Banhado por sangue e suor. Coberto de porrada e poesia.” (George Luis Prata, ator)

Links da peça:
https://youtu.be/XG0yoXgglWU

https://youtu.be/CvVuJf8Ptp4

FOTOS: DAVID ANDES

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Renata Spallicci, Diretora de Assuntos Corporativos da empresa Apsen Farmacêutica que atua no mercado farmacêutico brasileiro desde 1969 e que conta com um faturamento de aproximadamente R$600 milhões, aposta em editora e lança seu primeiro livro: “Do sonho à realização”. 

Neste livro, Renata apresenta uma jornada que começa com o autoconhecimento e a descoberta de seu propósito de vida, jornada esta que vai exigir fé, disciplina, foco, resiliência e muita personalidade. Mas que, conduzirá os leitores à realização dos seus sonhos e a uma vida mais plena e feliz. 

Disponível para pré-venda no site www.dosonhoarealizacao.com.br, o livro foi construído com base em diversos elogios que a escritora recebeu com seu blog e em palestras corporativas. Do sonho à realização, título da obra, leva experiências e aprendizados pessoais e desafia o leitor a tomar as rédeas da vida e escolher o caminho que quer trilhar.
Informações sobre Renata Spallicci:
Renata Spallicci é empresária, empreendedora, atleta profissional de fisiculturismo, blogueira, influenciadora digital, palestrante, escritora, coach e realizadora social. Formada em engenharia química, pós-graduada em administração e com MBA para CEOs, Renata também possui inúmeros certificados em processos de coaching, mentoring e liderança, em renomadas instituições como o Instituto Brasileiro de Coaching, a Fundação Getúlio Vargas, entre outras. Realizadora compulsiva, busca alcançar os seus propósitos e inspirar pessoas para o exercício de uma vida mais plena e completa.
Conheça o site da autora www.renataspallicci.com.br
Informações sobre a Apsen:
Transformando necessidades especiais em grandes conquistas


Com sede em Santo Amaro, São Paulo - SP, a Apsen é uma companhia farmacêutica brasileira que investe em pesquisa e inovação para comercializar mais de 35 produtos em 85 apresentações, sendo especialmente forte nas principais capitais brasileiras. Fundada há mais de 46 anos por um casal de imigrantes italianos, hoje a empresa emprega mais de 1000 colaboradores divididos nas áreas de Vendas, Administrativo e Industrial.

Voltada para produtos de marca, a Apsen está presente nas principais áreas terapêuticas: Neurologia, Psiquiatria, Otorrinolaringologia, Urologia, Ginecologia, Reumatologia, Ortopedia, Gastroenterologia, Geriatria, Endocrinologia, Angiologia e está crescendo a cada dia na área de MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição) e Alimentos Funcionais.

Dados da companhia - 2016

• Faturamento: R$597 milhões
• Unidades vendidas: + de 21 milhões
• Média de medicamentos vendidos por minuto: 41 unidades
• Quantidade de visitas médicas realizadas: + de 600 mil visitas

Para informações adicionais sobre a Apsen, acesse o site corporativo da empresa: http://www.apsen.com.br

sexta-feira, 5 de maio de 2017

“Adeus, Palhaços Mortos” foi um dos maiores sucessos da temporada teatral de 2016 na cidade de São Paulo. Cumpriu 2 temporadas, uma no Centro Cultural São Paulo e outra no TUSP - Teatro da USP. Além disso teve ótima recepção na crítica especializada como atestam a conquista do Prêmio Shell SP de Melhor Cenário; as 4 indicações ao Prêmio Aplauso Brasil (Melhor Figurino, Melhor Atriz, Melhor Direção e Melhor Espetáculo de Grupo); as 4 estrelas conferidas pelo guia da Veja SP; a escolha da peça como um dos 3 melhores espetáculos do ano pelos críticos do Guia d'O Estado de São Paulo; e o convite para o Festival Internacional World Stage Design 2017 que se realizará em julho na cidade de Taipei, em Taiwan.

O espetáculo é uma adaptação da obra Petit Boulot Pour Vieux Clown do premiado dramaturgo romeno Matei Visniec. Neste espetáculo a companhia teatral Academia de Palhaços faz uma releitura crítica de seus nove anos de trajetória artística no universo do teatro popular circense, a partir da provocação de um dos mais promissores diretores da cena contemporânea paulistana: José Roberto Jardim.

A obra expõe de maneira provocativa e impactante três velhos palhaços de circo que acidentalmente se reencontram, depois de muitos anos, na antessala de uma agência de empregos. Eles sabem que só um será escolhido. Então suas amizades, memórias, segredos, pequenezas e vilanias serão expostos, criando, dessa maneira, uma ode ao ofício do ator e uma profunda reflexão sobre os fundamentos filosóficos da carreira artística. A sala de espera desse teste de casting, que nunca acontece, se revela um não-lugar, um limbo onde estas três figuras se veem condenadas a rever suas escolhas éticas e estéticas, num exercício infinito de reflexão sobre a resiliência do artista, a urgência da Arte e a sacralidade do ofício.

As cenas se encadeiam em uma sequência de Tableaux Vivants nos quais a estaticidade dos corpos em embate dialético com a fluidez das composições vocais, criam recortes descontínuos no espaço-tempo, deslocando abruptamente a percepção do espectador entre lembranças doces de uma vida devotada à arte e o medo do futuro de incertezas, decadência e morte.

O espaço cênico que abriga esta encenação é um cubo cuja face frontal e as duas faces laterais são fechadas por uma fina tela que recebe a cada cena diferentes vídeo-projeções mapeadas que ora revelam e ora escondem os atores e ajudam a criar desta maneira o não-lugar no qual os três personagens se encontram, utilizando-se de grafismos abstratos e de trechos de vídeos documentais de registro da trajetória da companhia Academia de Palhaços. Toda esta engrenagem composta pela interação entre vídeo-mapping e atores é regida por uma trilha sonora eletroacústica bastante violenta que ajuda a criar os abruptos deslocamentos de percepção propostos pela encenação.

– Cada cena é um recorte num espaço-tempo descontínuo e fragmentado, são fotogramas vagando nas memórias individuais e coletivas daquela trupe circense, são vozes do passado ecoando em busca de algum sentido –, diz o diretor José Roberto Jardim.

O espectador ao ser impactado pela violência dos deslocamentos espaço-temporais é convidado a um passeio pelas questões que movem estes velhos artistas desde seu passado de glória até seu inevitável futuro.

– Propusemos uma experiência sensorial que transita entre o abismo da morte e a devoção de uma vida voltada à arte e que, portanto, mira a imortalidade –, comenta a atriz Paula Hemsi.

Em cena, junto aos atores, o diretor musical Tiago de Mello executa ao vivo a trilha sonora eletroacústica.

– O Tiago é o quarto elemento, ele está em cena a peça inteira e tem mais de 500 mudanças de som, fazendo uma trilha sonora muito complexa –, conclui o ator Rodrigo Pocidônio.


Produzido em 2016 com os recursos do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, o espetáculo “Adeus, Palhaços Mortos” reúne uma premiada equipe de criadores: José Roberto Jardim assina a direção e adaptação dramatúrgica do texto original “Petit Boulot Pour Vieux Clown” de Matei Visniec; no elenco estão Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio, integrantes da reconhecida companhia paulistana Academia de Palhaços, que em 2017 completa 10 anos; Tiago de Mello, o diretor musical, é um dos expoentes mais profícuos da música experimental eletroacústica do Brasil; o cenário e as vídeo-projeções ficaram a cargo da BijaRi, um grupo de arquitetos, artistas plásticos e vídeo-makers especializados em instalações e mapping; o figurino foi desenhado e criado pelo estilista Lino Villaventura e o visagismo é assinado por Leopoldo Pacheco.

No Rio de Janeiro as apresentações “Adeus, Palhaços Mortos” acontecem no Mezanino do Sesc Copacabana, Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, de 4 a 28 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h, com ingressos a preços populares.

Sobre a companhia e o diretor

A Academia de Palhaços é uma companhia teatral, que desde 2007 vem pesquisando o palhaço de circo, o melodrama, o teatro de revista e outras espetacularidades populares. Em 2016 toda esta pesquisa foi revisitada e a partir da parceria com o diretor José Roberto Jardim, o músico Tiago de Mello e os artistas visuais do coletivo Bijari, surgiu uma nova configuração de sua criação artística. Todo o arsenal técnico do ator popular é agora utilizado em uma perspectiva contemporânea em diálogo com tecnologias digitais, em busca de uma forma teatral híbrida. O primeiro fruto desta nova Academia de Palhaços é o espetáculo Adeus, Palhaços Mortos, que foi ganhador do Prêmio Shell de melhor cenário, além de receber indicações nas categorias melhor direção, melhor espetáculo de grupo, melhor atriz e melhor figurino no Prêmio Aplauso Brasil. Em julho de 2017, a peça vai representar o Brasil no Festival Internacional World Stage Design que acontecerá em Taipei, Taiwan.

José Roberto Jardim iniciou sua carreira artística em 1989 praticando Ópera de Pequim. Em 1998 ingressa na EAD, Escola de Arte Dramática da USP. Foi membro fundador da companhia Os Fofos Encenam, na qual permaneceu por 12 anos, participando de sete espetáculos como ator e dois como assistente de direção do dramaturgo e diretor Newton Moreno. Participou em mais de 20 espetáculos como ator, ganhando os prêmios de Melhor Ator em 2004 no Festival de Jales e o de Melhor Ator Coadjuvante em 2003 no Festivale. Dirigiu três curtas metragem e um longa metragem, este ainda inédito. Fundou a sua própria companhia, a Cia. Portrait de Teatro. No teatro dirigiu textos de Michelle Ferreira, Newton Moreno, Matei Visniec, além de cinco textos de Sérgio Roveri, seu parceiro artístico há mais de 10 anos. Neste ano de 2016 dirigiu e encenou: Chet Baker – Apenas Um Sopro que estreou no CCBB de São Paulo tendo Paulo Miklos no papel título; Adeus, Palhaços Mortos que realizou temporadas no CCSP e TUSP; e Não Contém Glúten, espetáculo que ficou em cartaz no Sesc Santana e que lhe rendeu a indicação do Prêmio APCA de Melhor Direção.

Ficha Técnica

Texto Original: Matei Visniec
Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
Direção Musical e Trilha Sonora Original ao vivo: Tiago de Mello
Cenografia e Vídeo-Instalação: BijaRi
Figurino: Lino Villaventura
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Iluminação: Paula Hemsi e José Roberto Jardim
Direção de produção: Carol Vidotti
Fotos de divulgação: Victor Iemini
Assessoria de Imprensa: Ana Andréa e Ney Motta | contemporânea comunicação
Realização: Academia de Palhaços e Sesc

Serviço

“Adeus, Palhaços Mortos”
Texto Original: Matei Visniec
Direção e Adaptação: José Roberto Jardim
Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Rodrigo Pocidônio
Local: Sesc Copacabana (Mezanino). Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro. Informações: (21) 2547-0156
Temporada: 4 a 28 de maio, quinta a sábado às 21h e domingo às 20h
Ingressos: R$ 6 (Associados Sesc RJ), R$ 12 (meia) e R$ 25 (inteira)
Bilheteria - Horário de funcionamento: Segunda, de 9h às 16h; Terça a Sexta, de 8h às 21h; Sábado, de 13h às 21h; Domingo, de 13h às 20h.
Classificação 12 anos
Duração: 70 minutos
Gênero: Drama


fotos © Victor Iemini
Alguns artistas ultrapassaram a popularidade adquirida com seu trabalho e tornaram-se sua melhor arte. Frida Kahlo pintou sua própria face um sem número de vezes no corpo de uma obra intensamente auto-referenciada. Teatralizou a sua própria existência, foi a expressão maior de luta e superação mesmo trazendo consigo as maiores dores – físicas e existenciais. No lugar do luto, vestiu-se de cores.

Com direção de Luiz Antonio Rocha e atuação de Rose Germano, o monólogo “Frida Kahlo, a deusa tehuana” é livremente inspirado no diário e na obra da pintora mexicana, fragmentos da vida e do pensamento de uma mulher à frente do seu tempo. Nesta encenação, diretor e atriz desconstruíram o mito, construindo uma Frida humana, bem diferente da figura pop na qual foi transformada pela grande mídia no mundo inteiro. Por onde passou o espetáculo obteve grande sucesso de público e crítica, além do reconhecimento internacional com destaque no principal Jornal do México “El Universal” e na TV Mexicana.

“Conocida internacionalmente sobre todo por su rol de pintora, Frida Kahlo acaso adquiere su dimensión más humana al ser representada en un notable monólogo por Rose Germano, actriz brasileña que la encarna en la obra “Frida, la diosa tehuana”, éxito de cartelera en esta ciudad.” (trecho da reportagem do jornal El Universal - https://youtu.be/spqxinbTTks)

A montagem do espetáculo foi longa e incluiu uma viagem de Rose e Luiz Antônio ao México, visitando a cidade do México, Oaxaca, Teothihuacan, na qual encontraram a Frida que queriam montar. A pintora que transformou a dor em arte estava despida para dar vida à deusa tehuana.

“Tudo o que é óbvio sobre Frida, eu excluí da dramaturgia. Queria justamente algo que não estivesse nos registros oficiais da história, que mergulhasse no sentimento mais profundo de uma mulher que queria ser mãe e não conseguiu, que era frágil e, ao mesmo tempo, forte e determinada. Colocamos o inédito, o que as pessoas sequer imaginam, como a sua relação com os médicos e a descoberta da colecionadora de arte Dolores Olmedo”, adianta Luiz Antonio Rocha.

A peça abre com o prólogo de Dolores Olmedo Patiño, marchand que possui a maior coleção de Frida Kahlo e Diego Rivera no mundo. Responsável por preservar e difundir o acervo do casal. Dolores e Frida nunca foram amigas; duas mulheres apaixonadas pelo mesmo homem, uma colecionadora de arte, a outra a expressão da própria arte.

Ao falar sobre o que a inspirou a viver Frida Kahlo no teatro, Rose comenta que “há uma similaridade entre as culturas mexicana e brasileira, especificamente a nordestina, em que estão as minhas raízes. Sou de Riacho do Meio, uma cidadezinha do interior da Paraíba. Foi aí que me inspirei, nesse povo guerreiro, nas histórias de mulheres cheias de vida e coragem.” E sobre porque reviver Frida hoje, Rose diz que “a importância de reviver essa história está na autenticidade da mulher à frente do nosso tempo. Frida é a desmedida das coisas, está fora dos padrões estabelecidos. Viver Frida é encarar a vida e a morte com a mesma grandeza.”

A peça volta em cartaz com uma novidade, o diretor resolveu incluir uma nova cena com a carta que Frida escreveu ao presidente do México, uma crítica ferrenha que vai de encontro com o momento atual: “Há uma coisa que não está escrito em nenhum código; é a consciência cultural de um povo. A consciência cultural de um povo, senhor presidente, não permite que a Capela Sistina de Michelangelo seja transformada num prédio de apartamentos, que a Grande Esfinge do Egito seja demolida para construção de uma praça pública, que a Pirâmide do Sol, erguida pelos Maias, seja adulterada e transformada num mosaico de pedras(...) Sei que a lei não garante como deveria a propriedade artística de ninguém, ela é e sempre foi flexível(...)”

Em cena, Rose Germano é acompanhada pelo músico Eduardo Torres, que toca violão e realejo.

O título do espetáculo é uma referência de uma mulher à frente do seu tempo

Enquanto as mulheres de seu tempo seguiam as tendências europeias, Frida optou por um traje essencialmente mexicano. Exaltando a sua cultura, vestia-se de Tehuana, traje típico da região de Istmo de Tehuantepec no México, local onde as mulheres indígenas dominaram o mercado, lutando pela igualdade de direitos com os homens. Frida Kahlo adotava o vestido tradicional de Tehuana como uma declaração de solidariedade com estas mulheres. Sua luta e autenticidade a tornou um mito em todo o mundo.

Todas as peças que compõem o figurino do espetáculo são autênticas, compradas em antiquários e artesãos indígenas da cidade de Oaxaca.

Trilogia Corpo e Espírito

“Frida Kahlo, a deusa tehuana” é a primeira parte da trilogia Corpo e Espírito na pesquisa que Luiz Antônio Rocha vem desenvolvendo sobre o sagrado na arte. Os dois monólogos seguintes serão sobre os pintores Francis Bacon (A mutilação do corpo) e Kandinsky (O espiritual na arte).

Sobre o diretor e a atriz

Diretor de extrema sensibilidade e colecionador de sucessos em espetáculos como “Uma loira na lua”, “Eu te darei o céu” e “Brimas”, ganhador de dois Prêmios Mambembe e indicado ao Prêmio Shell, Luiz Antonio Rocha em “Frida Kahlo, a deusa tehuana”, desconstrói o mito para falar da mulher, da importância de reinventar eternamente o espaço que ela ocupa no mundo, da necessidade de refletir sobre o amor, a arte e as escolhas que faz ao longo da vida.

Atriz com formação em Artes Cênicas pela UNIRIO e Cinema pela Universidade Estácio de Sá, Rose Germano sempre procurou aprofundar a sua arte e conduzi-la para um teatro de referências. Mergulhou no universo de Shakespeare, Brecht, Plauto, mas foi em “Frida Kahlo, a deusa tehuana” que a atriz encontrou o seu grande desafio.

“Luiz Antonio Rocha impõe à cena uma dinâmica essencialmente corajosa. Afora o fato, naturalmente, do encenador criar marcas muito expressivas e explorar com grande sensibilidade todas as possibilidades da bela cenografia de Eduardo Albini.” (trecho da crítica de Lionel Fischer)


“Impressiona o ritmo impresso pela direção de Luiz Antonio Rocha. Não há preocupações com o silêncio ou com o preenchimento das lacunas. Tudo é feito com tanta beleza que nossa sensibilidade fica à flor da pele.” (trecho da crítica de Renato Mello)

“Rose Germano atinge a alma de Frida, numa mutação silenciosamente avassaladora e sem jamais perder a delicadeza. Trata-se de uma das mais pungentes, viscerais e impressionantes atuações que tive a oportunidade de assistir neste ano.” (trecho da crítica de Renato Mello)

Ficha Técnica

Dramaturgia: Luiz Antonio Rocha e Rose Germano
Encenação: Luiz Antonio Rocha
Atuação: Rose Germano
Músico: Eduardo Torres
Iluminação: Aurélio de Simoni
Cenário, Figurinos e Direção de Arte: Eduardo Albini
Trilha Sonora: Marcio Tinoco
Direção de Movimento: Norberto Presta
Operador de Luz e Som: Alexandre Holcim
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Renato Mangolin e Carlos Cabéra
Realização: Espaço Cênico Produções Artísticas

Sinopse

Monólogo livremente inspirado na artista mexicana Frida Kahlo, fragmentos da vida e do pensamento de uma mulher à frente do seu tempo. O espetáculo desconstrói o mito, construindo uma Frida humana, bem diferente da figura pop na qual foi transformada.

Serviço

“Frida Kahlo, a deusa tehuana”
Centro Cultural Parque das Ruínas
Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa, Rio de Janeiro. Tel.: (21) 2215-0621
Temporada: 6 a 28 de Maio. Sábado às 19:30h e Domingo às 19h
Ingresso: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Gênero: Drama
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos



quarta-feira, 3 de maio de 2017

“Contos Negreiros do Brasil”, que estreia dia 12 de maio, na Sala Multiuso do Sesc Copacabana, leva o público a presentificar índices estatísticos, contextualizados com cenas que reproduzem dores, paixões, medos, alegrias e angústias. A carne negra é exposta em suas dimensões e experiências reais, sociais e culturais. Um espetáculo documentário sobre a condição real e atual da negra e do negro no Brasil; seja o jovem estudante, o gay negro, a negra hipersexualizada pela sociedade, o menor infrator, a prostituta e a idosa.

Os personagens veem as cenas por meio das estatísticas apresentadas pelo sociólogo e filósofo Rodrigo França, com dados atuais que são expostos para plateia. Os atores Li Borges e Milton Filho interpretam todos os personagens contidos nos 12 contos do livro Contos Negreiros, de Marcelino Freire.

FICHA TÉCNICA

Texto: Marcelino Freire

Um espetáculo de Fernando Philbert, Li Borges, Milton Filho e Rodrigo França

Direção musical: Maíra Freitas

Elenco: Line Borges, Milton Filho e Rodrigo França

Cenário e Figurino: Natália Lana

Iluminação: Vilmar Olos

Produção: Sergio Canizio

Realização: Diverso, Cultura e desenvolvimento.

SERVIÇO

Temporada: 12 de maio e 04 de junho de 2017, de sexta a domingo

Horário: Sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h

Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana

Ingressos: R$25,00 (inteira), R$12,00 (meia) e R$6,00 (associado do SESC),

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 70 minutos

Lotação: 50 lugares

Gênero: Drama

Lançamento

Lançamento
"Do Sonho à Realização" - Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de "Executiva Sarada" por seu corpo impecável, detalha no livro "Do sonho à realização", que será lançado dia 18 de maio, e sobre a criação de sua própria editora, a Legacy

Lançamento

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A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

Lançamento

Livro infantil "O Pirata Barba Ruiva II"

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De Manoel Arthur Villaboim,

Centro Cultural dos Correios Apresenta

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crédito: Lia Amorelli

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