terça-feira, 18 de abril de 2017

Sobre Mentiras e Segredos: comédia livremente inspirada no universo cômico do dramaturgo Nelson Rodrigues - com Os Ciclomáticos Cia de Teatro.

Vídeo: http://www.youtube.com/ watch?v=EWEuEMD53UQ

Sinopse: Alice com seus quatorze anos vai ao ginecologista por ordem do pai, Dr. Ismael. Sabe-se, então, da verdade: Alice vai ser mãe! O caos se instaura na família. A Mãe, as irmãs, os genros e as vizinhas ficam chocados! Mas o Doutor Ismael está convicto de que um dos culpados mora em casa e deve ser um dos genros. Todos os segredos e mentiras vão surgindo a partir da gravidez de Alice. E as vizinhas? Elas sabem de tudo! A família perfeita: Será que existe? Uma comédia baseada em um estudo sobre o universo de Nelson Rodrigues. Texto e direção: Ribamar Ribeiro.

Serviço:
Teatro Dulcina: Rua Alcindo Guanabara 17 - Centro- (21) 2240-4879

Temporada: de 21 de abril a 27 de maio
sexta-feira a domingo - 19h
Autoria e direção Ribamar Ribeiro.
Duração: 60 minutos.
Classificação indicativa para maiores de 16 anos.
Elenco: Os Ciclomáticos Cia de Teatro
Gênero: comédia
Ingressos: R$ 20./ Meia-entrada: R$ 10.

Fotos: Henrique Moreno



A Farra do Boi Bumbá: Espetáculo escrito e dirigido por Ribamar Ribeiro traz a cultura popular brasileira como tônica nesta montagem. O diretor mergulhou no universo do teatro popular, em contos populares de Câmara Cascudo, das farsas medievais e das festas brasileiras pra contar a tradicional história
de Catirina e a língua do boi.

Sinopse: A história se desenvolve em torno de um rico fazendeiro que tem um boi muito bonito. Pai Chico, trabalhador da fazenda, para satisfazer a sua mulher Catirina, que está grávida e sente
desejo de comer a língua do boi. O Pai Chico traz a língua do boi e a confusão
está formada. E além da história do boi, a trama também traz pequenos
contos do folclorista Câmara Cascudo.

vídeo: https://youtu.be/0umoJdsGsKw

https://youtu.be/_jpTjde4XfI

Serviço A Farra do Boi Bumbá:
Teatro Glauce Rocha: Av Rio Branco 179 - Centro - tel: 21-2220-0259
temporada: de 22 de abril a 27 de maio
sábados e domingos - 16h
Gênero: Musical Brasileiro Infantil

Duração: 50 minutos
Classificação livre e indicativa para todas as idades
Ingressos: R$ 20 e R$ 10


Fotos:



sexta-feira, 14 de abril de 2017


A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, para curta temporada, o espetáculo Saudade de mim, um dos espetáculos de maior repercussão da consagrada Focus Cia. de Dança. Serão oito apresentações realizadas de 20 a 30 de abril (de quinta a domingo), às 19h. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Unindo a obra de Candido Portinari e a música de Chico Buarque, Saudade de mim inicia com os acordes de ‘Construção’, levando, para cena, a vida de Pedro, Maria, Bárbara e outros personagens vindos de diferentes composições de Chico, que aqui irão se relacionar. Ao mesmo tempo, todos habitam telas e ambientes criados por Portinari que, a exemplo de ‘O espantalho’, ‘Casamento na roça’ e ‘O mestiço’, se impõem de diferentes maneiras na narrativa. Entre o onírico e o real, a história traz dores, amores e triângulos amorosos, indo e voltando através de referências aos dois artistas para transbordar poesia em cena.

“Senti a necessidade de mergulhar e trazer, mais concretamente, para a dança, a presença de outras linguagens que já se esboçavam em minhas criações anteriores”, destaca o bailarino e diretor do espetáculo Alex Neoral. “A ideia não é reproduzir artes já existentes, mas, a partir da fusão de linguagens distintas, resultar em um espetáculo de dança contemporânea afetado pelas obras destes dois artistas”, explica. Que ninguém espere referências diretas entre músicas e telas. Ao longo da narrativa canções como “Olha Maria”, “Trocando em miúdos”, “Valsinha" surgem na voz de Chico Buarque. Da muitas formas, pinturas históricas de Candido Portinari se impõem na narrativa.


Para dar corpo a Saudade de Mim, que estreou em 2014 e passou por Vitória, São Paulo, Niterói, São João de Meriti, Rio de Janeiro, Recife, Paranavaí, Toledo, Maringá, Recife e Natal, o preparo da Focus Cia de Dança incluiu aulas de interpretação com o ator Reiner Tenente, além da preparação vocal com Felipe Habib, que também assina a direção musical e criação de arranjos e canções, todas inspiradas em Chico Buarque, que completam a obra.

Os riscos são bem-vindos na trajetória da companhia. O incandescente As canções que você dançou para mim, inspirado na obra de Roberto Carlos, estreado no Espaço Sesc em 2011, chegou à expressiva marca de mais de 230 apresentações e foi assistido por aproximadamente 120 mil pessoas dentro e fora do Brasil, como Washington e Nova York, nos Estados Unidos e Porto, em Portugal. A agenda invade 2016. “Trabalhar com a obra do Chico era um projeto antigo que vem, agora, como ponto de equilíbrio entre As canções que você dançou para mim e Dente de Leite, nosso espetáculo de 2013”.

SOBRE A FOCUS CIA DE DANÇA

Uma das mais atuantes e aclamadas companhias do país, consagrada pela crítica especializada e por um público cada vez mais numeroso, a Focus encerrou o ano de 2016 somando 115 apresentações em todo o território nacional e no Canadá, onde participou com quatro trabalhos de repertório no Festival Quarties Danse, em Montreal, em setembro. E em novembro, a Focus recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, a maior condecoração da cultura brasileira, que todos os anos agracia artistas e grupos de grande destaque no cenário artístico nacional.


A companhia reafirma sua importância no território da dança contemporânea brasileira lançando um feito inédito na criação de Saudade de Mim: um roteiro teatral que se integra ao instigante conjunto de gestos e movimentos que consagraram a companhia carioca ao longo de sua história.


Entre 2010 e 2011, a Cia se apresentou em 32 cidades da França destacando a Bienal de Dança de Lyon. No exterior, levou suas obras para Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, Alemanha e Panamá. No Brasil, para mais 80 cidades, entre capitais e cidades do interior. Em 2007 e 2008 seus trabalhos foram indicados entre os melhores do ano pelo Caderno B, do Jornal do Brasil. Em 2011, o trabalho “As canções que você dançou pra mim” foi eleito entre os 10 melhores pelo Jornal O Globo, e em 2012 pelo Guia da Folha de São Paulo, sendo um dos três melhores pela originalidade e simplicidade na opinião do júri especialista. Em 2014, estreou o espetáculo “Saudade de Mim” em parceria com o Projeto Portinari e João Cândido Portinari. Em 2016, o espetáculo “As canções que você dançou pra mim” ultrapassou a marca de 250 apresentações e mais de 80 mil espectadores. Recentemente estreou o espetáculo "Cinequanon", que cumpriu curta temporada em novembro/2016.

Este ano, depois da bem sucedida Ocupação do Teatro Cacilda Becker, que aconteceu em janeiro e fevereiro, Alex Neoral dirigiu ainda, pelo terceiro ano consecutivo, comissão de frente da Escola da Samba Unidos da Tijuca. Além disso, a Focus Cia de Dança foi convidada a participar, junto com o Dream Team do Passinho, do show que Fernanda Abreu fará no Rock in Rio, em setembro deste ano. E, em maio, Neoral inicia a residência “Citedesarts”, em Paris, a convite Dalal Achcar.

FICHA TÉCNICA


Direção, concepção e coreografia: Alex Neoral

Com: Alex Neoral, Carol Pires, Cosme Gregory, José Villaça, Gabriela Leite, Márcio Jahú, Mônica Burity e Sheila Lokiec

Iluminação: Binho Schaefer

Figurinos e visagismo: André Vital

Direção Musical e Trilha original: Felipe Habib

Músicas: Chico Buarque

Preparação Vocal: Felipe Habib

Arranjos, Piano e Acordeon: Felipe Habib e João Bittencourt

Direção de produção: Tatiana Garcias

Consultoria de projeto: Aline Cardoso

Assistente de produção: Marcella Alves

Assistente de direção e ensaiadora: Carol Pires e Clarice Silva

Mixagem: Davi Mello

Curadoria de Obras [Candido Portinari]: Maria Duarte

Preparação de interpretação cênica: Reiner Tenente

Confecção de figurinos: Jacira Garcias

Ambientação cenográfica: Márcio Jahú

Operação de Luz: Paulo Denizot

Técnico de Palco: Wellison Rodrigues

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Fotos de divulgação: Cristina Granato e Paula Kossatz

Comunicação Visual: Infinitamente Estúdio de Criação

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


SERVIÇO

SAUDADE DE MIM

Datas: de 20 a 30 de abril de 2017 (quinta a domingo)

Horário: 19h

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Duração: 85 minutos

Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Classificação: 14 anos

Acesso para pessoas com deficiência

daniella@daniellacavalcanti.com.br | info@daniellacavalcanti.com.br

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ)

(21) 3980-3096 | 4097

www.caixacultural.gov.br | @imprensaCAIXA

https://www.facebook.com/CaixaCulturalRioDeJaneiro




O espetáculo homenageia a escritora Carolina Maria de Jesus, moradora da favela Canindé(SP), trabalhava como catadora de papel. Apaixonada por livros, ela alimentava sonhos e desabafava a sua triste realidade nas folhas de um caderno encontrado no lixo que, mais tarde, tornou-se público por meio do seu primeiro livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, sua voz ecoou para o mundo e até hoje reverbera.

Dramaturgia e direção de Ribamar Ribeiro.

Teaser: https://youtu.be/BGhSL1NIgr8

Ficha técnica

Elenco: Cia Alternativa de Teatro / Almir Rodrigues, Fernanda Dias e Getulio Nascimento

Dramaturgia: Ribamar Ribeiro

Concepção e Direção: Ribamar Ribeiro

Serviço

Temporada: 19 de abril a 25 de maio

Quartas e quintas-feiras – 19h

Teatro Dulcina: Rua Alcindo Guanabara 17 - Centro

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa para maiores de 10 anos

Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00

terça-feira, 28 de março de 2017

Sucesso de público e crítica especializada em duas temporadas consecutivas no Sesc Copacabana, indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio na categoria Melhor Iluminacão, a mais recente montagem teatral do premiado diretor Moacir Chaves, “Imagina esse palco que se mexe”, parte de um lugar de experimento, do desenvolvimento de um método de trabalho a partir de uma ideia: Vamos falar da Física.

Falar da Física significa falar do sentido da vida e foi atrás disso que diretor e elenco, formado pelas atrizes Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel, conversaram descontraidamente com o astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto, professor titular da UFRJ, com uma importante carreira internacional. Nessas conversas, os episódios da vida de João, nascido em Cruzeiro do Sul, Acre, são atravessados por ideias e conceitos científicos com os quais ele se relaciona ao longo de sua trajetória profissional. Em sua fala, histórias de infância evocam o mecanismo de transmissão de ondas de rádio pela ionosfera; o ato de beijar alguém é associado às explosões que ocorrem no interior das estrelas; o mecanismo da visão é entendido a partir das propriedades físicas da água; o surgimento da internet vem à tona pelo caso de um cientista que, imerso na era da comunicação global, enfrenta dificuldades para trabalhar em uma universidade brasileira; e o próprio teatro serve como metáfora para a compreensão dos buracos negros e da curvatura do tempo-espaço. Assim foi se formando um texto muito bem humorado, que passa pelo elenco, como alguém que foi atingido pelo assunto. Desse processo surgiu a comédia “Imagina esse palco que se mexe”.

A nova temporada de “Imagina esse palco que se mexe” inaugura o Espaço Cultural Casa de Baco, localizado na Rua da Lapa, 243, próximo a Estação Glória do Metrô. As apresentações acontecem de sexta a domingo, às 19:30h, de 7 a 30 de abril. Após cada apresentação, o público será convidado para um bate papo descontraído sobre a peça, no charmoso bar da Casa.

Uma peça em caráter experimental

Considerado uma autoridade na transposição de textos não teatrais para o palco, entre eles “Sermão da Quarta-Feira de Cinzas” (1994 a 2001), do Padre Antônio Vieira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, e “Inutilezas” (2003, 2016 e 2017), de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes –, Moacir Chaves comenta a sua nova montagem:

– A peça é em caráter experimental, como na realidade qualquer teatro é experimental e essa é uma relação que a gente tem que entender, em teatro principalmente. Para fazer experiência tem que aprender. Quem faz experiência não é quem está começando. Se o estudante de Física entrar no laboratório e for querer fazer experiência ele vai explodir tudo. Quem faz experiência é quem está lá na ponta: Antunes, Zé Celso, Aderbal. Tem que ter conhecimento, preparação, mergulho. Quando eu dirigi o espetáculo “Dom Juan” (com Edson Celulari, Cacá Carvalho e grande elenco), com 30 e poucos anos, o Abujamra foi assistir e quis me conhecer. Quando me viu me achou muito jovem e dizia “Você tem que pirar mais! Você tem que pirar mais!” e eu falei para ele “mas Abujamra eu tenho tempo, eu tenho muito tempo pra pirar, eu preciso entender mais coisas primeiro”. Porque é esse o percurso. E os cientistas estão correndo atrás do sentido da vida, então vamos fazer teatro sobre isso. Uma experiência de teatro.

Durante as conversas com o elenco, o astrofísico e professor criou uma metáfora que pode nos indicar o sentido da peça em questão: “Na física newtoniana o palco tá lá, os atores tão lá, interagem uns com os outros, mas o palco não se mexe. Na física einsteiniana o palco tá se mexendo. Então o buraco negro é o que? Imagina esse palco que se mexe, um monte de ator que se junta e distorce muito o palco, e esse palco se fecha em torno dos atores. Seria uma peça muito louca, porque a presença do ator no palco modificaria o palco. Essa metáfora tem a ver porque o buraco negro é uma região intransponível onde tudo que entra não sai mais.”

A investigação do grupo foi guiada pelo interesse em observar o mundo que nos cerca e pelo questionamento daquilo que, nele, é tido como dado e evidente, motivado por entender as leis físicas que governam o espaço e cujo conhecimento, por si só, desmistifica a estabilidade aparente do universo e o suposto lugar de destaque nele ocupado pela humanidade. As conexões entre o micro e o macrocosmo induzem a um questionamento da importância do homem na natureza e a um reposicionamento, ou fragmentação, da noção de sujeito na sociedade: o macro está no micro, e vice-versa. O espetáculo se dá no contraponto entre a pequenez do ser humano diante da imensidão cósmica e o profundo respeito à experiência da vida, cuja compreensão ganha novos significados e horizontes através da ciência. Sendo assim, a peça aponta para as seguintes perguntas: Qual é o sentido de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja esse um continente, um país, uma classe, um concorrente? Que importância tem isso, diante de nossa transitoriedade material e da fragilidade de que nos sabemos possuidores, com base no pouco que a ciência conhece sobre o universo? Questões da Física Quântica que fazem parte do conceito da Cosmovisão.

Moacir Chaves, diretor de teatro

Formado em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio), instituição em que concluiu seu mestrado e doutorado, Moacir Chaves começou sua carreira profissional trabalhando como ator e assistente de direção no Grupo Tapa, em 1985. A seguir, fundou o Cite-Teatro, no qual dirigiu seus primeiros espetáculos, todos encenações de textos dramáticos brasileiros do século XIX. Entre outros espetáculos, participou como ator em Casa de Orates, direção de Eduardo Tolentino, O Alienista, direção de Renato Icarahy e, sob a direção de Aderbal Freire-Filho, em Turandot ou o Congresso dos Intelectuais e O Tiro que Mudou a História. Como diretor, tem tido seus trabalhos reconhecidos pelo público e pela crítica. Em 1991 montou Esperando Godot, de Samuel Beckett, com Denise Fraga e Rogério Cardoso. A seguir, encenou, entre outros, O Caixeiro da Taverna, de Martins Pena, com André Mattos e Suely Franco e Fausto, primeira parte, de Goethe. Em 1994 encenou Sermão da Quarta-Feira de Cinza, do Padre Antônio Vieira, com Pedro Paulo Rangel, espetáculo apresentado, entre 1994 e 2001 em mais de 20 cidades, no Brasil, Uruguai e Portugal. Este espetáculo recebeu os Prêmios Shell, Molière e Mambembe de Melhor Ator, além de várias outras indicações no Rio e em SP. De 1994 a 2002 dirigiu 13 espetáculos, com destaques para Roberto Zucco, de Bernard- Marie Koltès, com Marcos Breda, André Mattos e outros (Prêmio Shell de Melhor Iluminação), Dom Juan, de Molière, com Edson Celulari, Cacá Carvalho e grande elenco (Prêmios Shell e Sharp de Melhor Iluminação e Prêmios Mambembe de Melhor Espetáculo, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Figurino, além de várias outras indicações), O Altar do Incenso, de Wilson Sayão, com Marília Pêra e Gracindo Júnior e A Resistível Ascensão de Arturo Ui, de Bertolt Brecht, com Luís Fernando Guimarães e Oswaldo Loureiro, entre outros. Formou, em 1999, um novo grupo chamado Péssima Companhia, com o qual encenou dois espetáculos com dramaturgia sua, Bugiaria, no qual se utiliza de um processo da Inquisição do século XVI (Prêmios Governador do Estado Melhor Direção e Melhor Espetáculo e várias indicações para o Prêmio Shell) e Viver!, com textos diversos de Machado de Assis, que estreou em dezembro de 2001. Dirigiu os espetáculos infantis A História de Catarina e Lasanha e Ravioli in Casa, ambos com a dupla Ana Barroso e Monica Biel. Em 2002 dirigiu Por Mares Nunca Dantes, de Geraldo Carneiro, com Tonico Pereira, encenado no Barco Tocorimé, ancorado na Marina da Glória. Em 2003 dirigiu Inutilezas, de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, Fausto, de Goethe, com Gabriel Braga Nunes e Fernando Eiras, O Rei dos Escombros, com Ricardo Petraglia e A Violência da Cidade, no Centro Cultural Banco do Brasil. Em 2004 dirigiu Bonitinha mas Ordinária, de Nelson Rodrigues, no Teatro SESC e Idiotas que Falam Outra Língua, baseado em um conto de Rubem Fonseca, no Teatro Maria Clara Machado, ambos com alunos formandos da CAL. Participou em 2002 do Fórum para Jovens Profissionais de Teatro, dentro da programação do Festival Theatertreffen, em Berlim. Realizou em 2005 o espetáculo Utopia, com trechos do livro de Thomas More, que cumpriu temporada no Teatro Maria Clara Machado, pertencente à Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, no qual exerceu a função de Diretor Artístico ao longo de 8 anos. Ainda em 2005 dirigiu a ópera barroca Dom Quixote e a Duquesa, de Boismortier e Ovo Frito, de Fernando Bonassi. Em 2006 dirigiu o espetáculo Lavanderia Brasil, de Miguel Paiva, e Memória, baseado na obra de Machado de Assis e, em 2007, dirigiu Macbeth, de William Shakespeare. Em 2008 dirigiu O Jardim das Cerejeiras, de Anton Tcheckov, A Invenção de Morel, de Bioy Casares, The Cachorro Manco Show, de Fábio Mendes e O Mez da Grippe, com textos de Valêncio Xavier e Qorpo-Santo. Em 2009 dirigiu Por Um Fio, de Drauzio Varella, Uma História de Pouco Amor, de Edson Bueno e Ecos da Inquisição, de Miriam Halfim. Em 2010 encenou Merci, texto do autor francês Daniel Pennac. Em 2011 dirigiu A Lua Vem da Ásia, de Campos de Carvalho, Labirinto, com textos de Qorpo-Santo e O Retorno ao Deserto, de Bernard-Marie Koltès. Em 2012 dirigiu A Negra Felicidade, dramaturgia de Moacir Chaves e Duas Mulheres em Preto e Branco, de Ronaldo Correia de Brito. Em 2013 dirigiu O Controlador de Tráfego Aéreo, no qual também assina a dramaturgia. Em 2014 dirigiu Rei Lear, de William Shakespeare. Em 2015 dirigiu 2.500 por Hora, de Jacques Livchine e Hervée de Lafond e, em 2016, dirigiu uma nova versão de Inutilezas, de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, que continua em circulação pelo país.

Ficha técnica

Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Inês Salgado
Direção Musical: Tato Taborda
Direção de Produção: Luísa Pitta e Monica Biel
Assistência de Direção: Francisco Ohana
Fotos de Divulgação: Bruna Thimotheo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Serviço

“Imagina esse palco que se mexe”
Sinopse: Com muito bom humor, a peça compartilha com o público o questionamento de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja ele um país, uma classe, um concorrente. E lança a pergunta: Que importância tem isso, diante da nossa transitoriedade material e da nossa fragilidade no universo, algo que o pouco de ciência que conhecemos já nos permite saber?
Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta (stand in: Josie Antello) e Monica Biel
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Local: Espaço Cultural Casa de Baco
Rua da Lapa, 243, Glória, Rio de Janeiro. Tel.: (21) 3796-6191
Temporada: 7 a 30 de Abril. Sexta, sábado e domingo às 19:30h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)
Capacidade de público: 30 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação 12 anos
Comédia

quinta-feira, 23 de março de 2017

O QUARTO DE BIANCA com texto e direção de Rafael Cal  e  atuação de  Renata Egger  conta com prêmios estaduais e nacionais.  
Uma comédia dramática que pretende discutir as relações sociais na contemporaneidade, tomando como ponto fundamental as conexões familiares, além de debater os processos de construção da memória, seus limites e possibilidades.

Sinopse: 
Bianca é uma pessoa comum, dessas que se encontram por aí.
Tem quase trinta anos, uma mala e sapatos sem salto. Gosta de chocolate, bala de leite e rivotril. De vez em quando, curte água mineral com gás, creme antienvelhecimento e só toma banho a cada três dias. Estudou direito, filosofia, história e biologia marinha. Largou todas. Largou tudo. Pensa quase todos os dias nas coisas que fez e, mais ainda, nas que não fez.
Bianca é a filha mais velha que volta a casa onde cresceu em “O quarto de Bianca”. Observando o cenário de sua infância, Bianca reconta e remonta suas histórias, alterando os caminhos e construindo suas próprias novas verdades.

  - Serviço -  “O quarto de Bianca”
Teatro Lamartine Babo - Centro Cultural Light - Av. Marechal Floriano, 168, Centro 
Terças-feiras de abril - 04,11, 18 e 25 de abril - 19h
Classificação indicativa para maiores de 12 anos
Ingressos: R$ 20 (inteira)/ R$10,00 (meia)
Duração: 40 minutos
Gênero: comédia dramática
Capacidade: 182 lugares
 Telefone: (21) 2211-7268

 Ficha técnica: 
Realização: InterferênCIA Teatral
Produção: Renata Egger
Elenco: Renata Egger
Texto e direção: Rafael Cal
Visagismo: Arielen Lefay
Iluminação: Rafael Cal
Trilha sonora; Caio Rodrigues
Operador de som e luz: William Gevegier 
Costureira: Elna Dalva Ribeiro
Assessoria de Imprensa: Claudia Bueno

terça-feira, 14 de março de 2017

A Coach e escritora Monica Motta, lança no dia 30 de março de 2017 o livro Construa o seu caminho! Você Está Construindo o Seu?, sob o selo da Editora Conquista, na livraria Travessa, no Barra Shopping, Barra da Tijuca.

A cada dia, mais pessoas ficam doentes porque estão em trabalhos e/ou profissões que não contribuem em nada com sua qualidade de vida, pelo contrário, acabam trazendo mais estresse e infelicidade. São angústias tão bem armazenadas que, muitas vezes, acabam camufladas atrás de semblantes abatidos, ou até do contentamento de um perfil superficial.

Todos nós sabemos que seria importante desenvolver uma pesquisa orientada sobre a realidade profissional e a expectativa profissional dessas pessoas, avaliando criteriosamente as profissões e as ocupações, mas enquanto isso não acontece Monica Motta expôs em um trabalho delicadamente coordenado por ela, que tem outros coautores, o seu pensamento, a fim de ultrapassar os limites do trabalho individual que cada um já realiza junto ao seu público.

“O nosso objetivo com esta obra é atingir mais pessoas, levar orientação e dicas para a construção de um caminho profissional autêntico, com significado e intento”, disse Monica.

O livro Construa o seu caminho! Você Está Construindo o Seu? percorre um universo de anseios que alguns adultos costumam enfrentar quando se encontram no mercado de trabalho. Envolvente e simples, o livro fala sobre o sentido do trabalho, experiências, dicas, orientações, reflexões e ferramentas práticas que os auxiliarão na construção de um caminho profissional autêntico, com significado e propósito.

Sobre a autora:
Monica Motta é Coach de Carreira e Produtividade, Mentoring de Projetos, Escritora e Palestrante. Professional & Self Coaching formada pelo Instituto Brasileiro de Coaching, Master Coach de Carreira formada pelo Instituto IMS de Carreira e Trainer Comportamental Assessment Profiler formada pela Solides.

Evento de lançamento do livro Construa o seu caminho! Você Está Construindo o Seu?

Dia 30 de março de 2017 – às 19 horas

Livraria da Travessa

Barra Shopping, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro



Uma fração dos embates com o real que caracterizam o contemporâneo compõe a exposição “DAQUILO QUE NOS CERCA”, com abertura no dia 22 de março de 2017, às 19h, no Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro. Com curadoria de Luiz Sérgio de Oliveira, a exposição apresenta obras de Angelo Issa, Daniel Moreira e Leandro Gabriel, cada um a seu modo e com diferentes meios de produção de arte - pintura, fotografia e escultura – em um embate inglório e fantástico com o real.

“DAQUILO QUE NOS CERCA” traz à tona as implicações da extraordinária tarefa de tentar compreender e dominar as complexidades da vida, através do que nos revelam os trabalhos em exposição, na forma de paisagens de fantasmagoria e de encantamento que incluem aqueles que transitam ou que habitam as margens dos grandes centros; através da recuperação das mazelas sociais cotidianas que nos acometem e com as quais convivemos; ou ainda na tentativa (re)unir partes e fragmentos inservíveis, restos, resíduos e detritos de um mundo que se acredita em progresso, que se crê em desenvolvimento mesmo que não saibamos o que isso venha a significar.

A exposição é um convite a esse permanente enfrentamento mundano.

O Centro Cultural Correios fica na Rua Visconde de Itaboraí, n° 20, no Centro Histórico do Rio de Janeiro. A instituição integra o Corredor Cultural do Boulevard Olímpico, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural Banco do Brasil, defronte. A entrada é franca. A mostra ficará em cartaz até 21 de maio.

SERVIÇO
Exposição “DAQUILO QUE NOS CERCA”
Artistas - Angelo Issa (pintura), Daniel Moreira (fotografia) e Leandro Gabriel (escultura)
Curadoria - Luiz Sérgio de Oliveira
Abertura 22 de março, às 19h.
De 23 de março a 21 de maio de 2017.
Entrada franca.
Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro – RJ (próximo ao Boulevard Olímpico, ao lado da Casa França Brasil e defronte ao Centro Cultural Banco do Brasil).

Lançamento

Lançamento
CONSTRUA O SEU CAMINHO (Mônica Motta) - “O nosso objetivo com esta obra é atingir mais pessoas, levar orientação e dicas para a construção de um caminho profissional autêntico, com significado e intento”, disse Monica.

Lançamento

Lançamento
A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

Lançamento

Livro infantil "O Pirata Barba Ruiva II"

Livro infantil "O Pirata Barba Ruiva II"
De Manoel Arthur Villaboim,

Centro Cultural dos Correios Apresenta

Centro Cultural dos Correios Apresenta

As mais lidas

Super Click

Super Click
crédito: Lia Amorelli

OUTROS CADERNOS

Google+ Nossos Seguidores

Twitter