terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 17h, será lançado na Livraria Travessa da Sete de Setembro (Rua 7 de setembro,54), o livro "Dez Poemas para rezar antes de beber do vinho" de Ricardo Máximo, – Editora Cassará. Em 64 páginas, o autor divide a sua paixão arrebatadora pelo vinho em grandioso conteúdo poético, brindando a vida de modo solene e irrepreensível com suas dez poesias.

O autor divide seu lado sociólogo e filósofo com a poesia. Em suas publicações ele destaca uma certa indignação com o mundo que habita, mas com paixão pela espécie humana. Ricardo Máximo chegou a ser elogiado por José Saramago (Prêmio Nobel de Literatura, em 1998), ressaltando "Eu o ponho entre as melhores coisas que me calhou ler desde há uns largos anos".
  
O autor também fez jus ao respeito dos renomados Jorge Amado e Alfredo Bosi, entre outros, tendo sido agraciado com o último artigo da festejada trajetória de Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde) que publicou icônica e inolvidável critica ao autor em 14 de janeiro de 1983, em sua célebre coluna no Jornal do Brasil como "poeta ainda desconhecido, mas de raro valor trágico, lírico e satírico" (1983).
 
Ricardo Máximo celebra neste livro seu báquico amor ao vinho, líquido a que reputa absolutamente fundamental, sem o qual perde substância e dignidade a existência humana. A bebida que é pujante e brilhantemente homenageada pelo poeta no presente volume que, a despeito de sua brevidade em extensão, traz profundidade em suas poesias. O livro é bilíngue (inglês em português).
Livro: "Dez Poemas para rezar antes de beber do vinho"
Autor: Ricardo Máximo
Lançamento : 12 de dezembro , ‘as 17h
Local: Livraria da Travessa – Rua 7 de setembro, 54 – Centro
Páginas: 64
Valor: R$ 25,00
Editora : Cassará

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Release: espetáculo que entrelaça de forma poética na cena, movimentos, imagens, poesias e falas que percorrem o cotidiano de atores sociais afrodescendentes relacionando-os com a linguagem da dança contemporânea por meio de uma investigação coreográfica que busca intensificar e diversificar as possibilidades desse encontro.

Direção geral, roteiro e coreografia de Tatiana Damasceno, Intérpretes criadores da NUDAFRO Cia. de Dança Contemporânea da UFRJ .

Sinopse: Através de diálogos, tensões e contradições estabelecidas com os indivíduos no universo urbano, até hoje, os afrodescendentes experimentam na pele a perpetuação de traumas culturais. Porém, alicerçados nas “narrativas de lutas na terra”, no “jogo de guerreiros no caminho”, no “chão de oferendas” e, em pesquisas produzidas por negros visando a produção de consciência, sobre a experiência de ser negro na sociedade brasileira, na interface com diferentes áreas de estudos, eles ecoam com força, gestos de luta, por meio de ações que abrilhantam o nosso viver : Licença porque precisamos falar! Falar sobre saberes e acontecimentos que norteiam as nossas vidas. “Sou essa pele, esse cheiro, esse beiço grosso, esse cabelo na medida exata”. Sou o humano preto, amarelo, roxo, o branco e o azul dos ancestrais”.

Ficha técnica:

Direção geral, roteiro e coreografia: Tatiana Damasceno

Colaboradora de pesquisa corporal e de cena: Renata Borges

Pesquisa de movimento: Tatiana Damasceno e intérpretes criadores

Intérpretes criadores: Lucas Santos, Henrique Bellas, Elen Mesquita, Caio Almeida, Luís Silva, Emilly Guimarães, Shams Addioui, Tatiana Damasceno e Yu Rodrigues

Serviço :

Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro - Teatro Angel Vianna - R. José Higino, 115 - Tijuca / Telefone: (21) 3238-0357

07 a 9 de dezembro / 2018

Sexta e sábado - 20h / Domingo - 18h

Duração: 50 minutos

Ingresso: R$ 20,00 inteira /R$ 10,00 meia

Classificação livre e indicativa para todas as idades

Direção Geral

A diretora Tatiana Damasceno é coreógrafa, Intérprete, pesquisadora e professora no Programa de Dança da UFRJ. É Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO e Mestre em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense – UFF. A pesquisadora desenvolve um trabalho de criação e interpretação em dança contemporânea, que mescla o estudo Fundamentos da Dança desenvolvido por Helenita Sá Earp – uma técnica criativa de dança, onde o domínio corporal do movimento e a criatividade não se dissociam – a fisicalidade nativa das manifestações afro-brasileiras.

O NUDAFRO

O Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-Brasileira (NUDAFRO) - Cia de Dança Contemporânea da UFRJ é um centro de produção artística interdisciplinar que objetiva pesquisar, elaborar trabalhos cênicos, dinamizar oficinas de dança e disseminar os conhecimentos artísticos, pedagógicos da área de dança produzidos na UFRJ para as diferentes camadas da população através da apresentação de espetáculos coreográficos, performances, intervenções, Encontros e Fóruns.
Encerrando o ano musical do novo centro de inovação e empreendedorismo do Rio de Janeiro, com curadoria de João Guilherme Ripper, orquestra liderada por Felipe Prazeres toca peças de Bach, Corelli, Telemann e Vivaldi

Para encerrar a temporada 2018 dos Concertos na Casa Firjan, a alma barroca toma conta do ambiente. A orquestra carioca Johann Sebastian Rio, que tem direção do regente e violinista Felipe Prazeres, elegeu um repertório de peças características do período em que a música ganhou complexidade e refinamento, na sofisticação das com harmonias e diversificação de linhas melódicas e recursos técnicos.

A orquestra de câmara carioca se apresenta na quinta, 6 de dezembro, às 19h30, no espaço dedicado à música de câmera no palacete de Botafogo restaurado pela Firjan. No programa, o Concerto para dois violinos em ré menor, BWV 1043, de Johann Sebastian Bach (1685–1750); o Concerto Grosso Op. 6, nº 8, para uma Noite de Natal, de Arcangelo Corelli (1653-1713), o Concerto para duas violas, em Sol Maior, de Georg Philipp Telemann (1681-1767), e o Concerto Grosso nº 11 em ré menor, op. 3 RV 565, de Antonio Vivaldi (1678-1741).

- Com esse concerto, voltamos às origens do grupo
– relembra Felipe Prazeres. – A Johann surgiu em 2014, uma iniciativa minha ao lado de Ivan Zandonade e Eduardo Pereira, para trazer de novo o repertório barroco ao Rio de Janeiro, essa música riquíssima e transformadora da estética musical do Ocidente.

Formada atualmente por 17 músicos, todos em atuação em diversas orquestras da cidade, a Johann Sebastian Rio ganhou esse nome na referência não apenas a um dos maiores compositores de todos os tempos – e pilar do Barroco – mas também à ligação com a cidade.

- “Bach”, em alemão quer dizer “riacho”. Somos do Rio, e Bach também
– brinca o violinista.

Em sua trajetória, a orquestra veio diversificando sua atuação, abraçando diferentes estilos, gêneros e épocas da música, do samba ao rock. Também trabalha com a linguagem dos videoclipes e valoriza a aproximação dos músicos e do público.

- Queremos sair da forma tradicional, mais rígida, colocar humor e afeto em tudo o que fazemos. Na Casa Firjan, voltamos ao repertório barroco mas manteremos essa proximidade e interatividade com a plateia. E, claro, celebraremos a proximidade do Natal – encerra Prazeres.

O concerto encerra a programação 2018 da Casa, que tem curadoria de João Guilherme Ripper. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada).

Arquitetura, patrimônio e música de concerto

Em um terreno de 10 mil m², na Rua Guilhermina Guinle, a Casa Firjan abriga um novo prédio, de arquitetura contemporânea e premiada, e um patrimônio histórico restaurado, que inclui uma casa principal e duas outras casas geminadas construídas no início do século XX. O salão principal da casa, erguida em 1906, foi o local escolhido para receber música de concerto, jazz, música brasileira instrumental e crossover.

“A associação de música de concerto e arquitetura é adotada em todo o mundo como estratégia de promoção da música de concerto e valorização do patrimônio histórico”, lembra João Guilherme Ripper, curador da série de concertos. 


Concertos na Casa Firjan - Quinta - 06/12 – 19h30
Johann Sebastian Rio
Direção artística: Felipe Prazeres

Violinos: Felipe Prazeres / Maressa Carneiro / Thiago Teixeira / Luisa de Castro
Márcio Sanchez / Tomaz Soares / Ana Catto / Ivan Scheinvar
Violas: Marco Catto / Daniel Albuquerque / Ivan Zandonade
Violoncelos: Marcus Ribeiro / Mateus Ceccato
Contrabaixo: Rodrigo Favaro
Violão: Lula Washington
Espineta/Cravo: Eduardo Antonello.

Programa:
Johann Sebastian Bach (1685–1750) - Concerto para dois violinos em ré menor, BWV 1043
Solistas : Tomaz Soares e Luisa de Castro

Arcangelo Corelli (1653-1713) - Concerto Grosso Op. 6, nº 8, para uma Noite de Natal

Georg Philipp Telemann (1681-1767) - Concerto para duas violas, em Sol Maior
Solistas: Marcos Catto e Daniel Albuquerque

Antonio Vivaldi (1678-1741) - Concerto Grosso nº 11 em ré menor, op. 3 RV 565

SERVIÇO
6/12, quinta-feira, às 19h30 
Telefone: 0800 0231 231 (ligações gratuitas de telefone fixo no Estado do Rio)
4002 0231 (custo de ligação local)
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Casa Firjan, Rua Guilhermina Guinle 211, Botafogo
Vendas pelo site www.firjan.com.br/casafirjan  



PROGRAMAÇÃO 2018:
13/9 – Cristian Budu (piano)
18/10 – Quinteto Villa-Lobos
8/11 – Jean-Louis Steuerman, piano - Felipe Prazeres, violino – Marco Catto, viola – Marcus Ribeiro, violoncelo
22/11 – Leo Gandelman Quarteto
6/12 – Orquestra Johann Sebastian Rio 

Música & Texto - imprensa:
Fabio Cezanne
Cezanne Comunicação - Assessoria de Imprensa em Cultura e Arte
21-99197-7465 / 21-3439-0145

Casa Firjan, um legado para o Rio

A Casa Firjan tem um modelo de atuação diversificado com o objetivo único de refletir, criar e entregar soluções para os desafios da nova economia. Como um centro de inovação e empreendedorismo, a Casa Firjan integra uma programação de palestras, laboratórios de tendências e cursos a um ambiente de debate e elaboração de políticas públicas, que contempla ainda uma programação de atividades culturais.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Os fins de semana serão de boas opções de cultura e entretenimento para o público infantil. 

Entre elas, a estreia do espetáculo “ O último unicórnio”, uma mistura de teatro, dança e manipulação de bonecos que conta a história de Samuel, um menino dotado de muita imaginação, capaz de transfomar sua realidade em uma grande aventura diária.

Segunda aventura teatral da Ore e Cia, um coletivo formado por atores e bailarinos, a peça é dirigida por Márcio Moura, coreógrafo e gestor premiado no teatro infantil.

Ao adormecer em seu quarto, Samuel desperta no “Lado de Cá” e com o auxílio de seu boneco e amigo Bartolomeu que ganha vida, eles percorrem um mundo mágico com duendes, bruxos e seres mágicos onde tudo pode acontecer na busca pela Pedra da Imaginação. Durante o espetáculo ocorrem diversas aventuras para explorar o lado lúdico, criativo e a importância do uso imaginação, combustíveis essenciais para salvarem o último unicórnio que está prestes a desaparecer.

O Último Unicórnio é um espetáculo divertido, com uma linguagem simples, acessível a todos, e propõe uma mensagem encantadora cuja a preservação da inocência e da imaginação de uma criança podem salvar todo um reino mágico.


A temporada vai de 03 a 25 de novembro, sempre às 11h no Centro Cultural Parque das Ruínas ( Rua Murtinho Nobre, 169), em Santa Tereza, com classificação livre. O espetáculo tem 45 minutos de duração, com ingressos a R$15 ( meia) e R$30 inteira. Lotação de 86 lugares.

Serviço: O Último Unicórnio

Categoria: Infantil

Data: 03 a 25 de novembro

Horário : 11h

Classificação etária: livre

Local: Parque das Ruínas ( Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Tereza)

Ingressos: R$15 (meia)

Lotação: 86 lugares

Ficha Técnica
Direção e texto : Marcio Moura
Direção de produção : Lu Altman
Visagismo : Jorge Abreu
Figurinos : Edson Pereira , Alessandra Reis e Robson Alameda
Cenarios : Ore Cia
Bonecos : Marco Monte
Adereços : Aline Reis
Iluminação : Marcio Moura
Elenco : Yago Custodio ; Jan Oliveira ; Fagner Santos ;Diogo Bonfim e Caio Humbelino

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Bloco da Lama
Espaço será aberto ao público na sexta-feira, 9, com exposições fotográficas, cancioneiro popular e maracatu

Muita arte, cultura e música compõem a segunda edição da Galeria Flamboyant da Estação Casa Amarela - ECA - em Caçapava, São Paulo. O lançamento será no dia 9 de novembro. Uma característica que começou na inauguração do espaço, em 2017, e que se mantém, é a possibilidade de mostrar diversas vertentes artísticas dos interiores do Brasil, convivendo harmoniosamente nas seis salas abertas para as exposições. Durante o evento, haverá o lançamento do livro ‘O Dia que Tirei Minhas Memórias da Gaveta’, de Afonso José Santana.

Enquanto os visitantes percorrem a Estação Casa Amarela, ECA, durante a reinauguração, poderão ouvir músicas do cancioneiro popular ‘Samba do Seu Antônio’, com roda aberta aos amigos da ECA, além da apresentação do Maracatu Clareia Mata. Três exposições serão lançadas na reabertura, ‘Café Folclore Caipira’, do Museu do Café de Santos, além de duas com os fotógrafos cariocas Carlos Freixo (Nuances) e Cacau Fernandes (Ancestralidades Contemporâneas).

‘Café Folclore Caipira’apresenta as tradições e superstições à base de café que revelam o cotidiano do caipira, um dos personagens mais importantes para a história do café em São Paulo. ‘Nuances’,revela lados diferentes de paisagens famosas e desconhecidas, retratando desde o Cristo Redentor a uma pequena vila de pescadores. Já ‘Ancestralidades Contemporâneas’levará Os “Cão” de Jacobina, Lambe Sujo e Caboclinhos, O Nêgo Fugido e Bloco da Lama, quatro manifestações culturais que acontecem nos interiores do Brasil, algumas centenárias compõem a primeira exposição individual da fotografa e fotojornalista carioca Cacau Fernandes
                                                                                         Lambe Sujo e Caboclinhos


Sobre a Estação Casa Amarela

Nascida em 2016, em Caçapava, interior de São Paulo, a Estação Casa Amarela é um espaço cultural voltado a arte, educação, formação, entretenimento e incentivo ao mercado cultural na região do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira em São Paulo e, em Petrópolis (RJ) - cidade natal da produtora cultural Elda Varanda Dunley, idealizadora do espaço.

A Estação Casa Amarela é um local ímpar, que atrai pessoas de todas as partes do Brasil, e que levou mais de 30 anos para ser finalizada. Construída por Elda, o espaço recebe exposições que apresentem as vicissitudes e nuances do Brasil que os próprios brasileiros desconhecem.

GALERIA FLAMBOYANT

A Galeria Flamboyant, parte da Estação Casa Amarela, é um espaço expositivo que abrange nove salas e realiza exposições de artistas e instituições de diversos locais do país. As exposições abordam temas ligados a contemporaneidade e releituras dos artistas dos significados e simbologias das matrizes culturais brasileiras.

Serviço
A Estação Casa Amarela lança sua segunda edição no dia 9 de novembro, a partir das 19h30, a entrada solidária custa R$ 5, crianças abaixo de 7 anos e idosos acima de 60 anos não pagam. É necessário realizar agendamento para grupos de até 20 pessoas pelo telefone: (012) 36526103 ou pelo WhatsApp: (012) 991162784. Horários: Terça e sexta: das 10h às 11h30 e das 18h às 19h30. Quarta e quinta: das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30m. Sábado e domingos: das 10h30 às 12h. A Estação Casa Amarela está localizada na Rua José Ludgéro Siqueira 30, Vila São João, Caçapava, São Paulo.


Fotos: Carlos Freixo 





domingo, 30 de setembro de 2018

O resultado do Edital de Patrocínio – Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) está disponível no site www.bb.com.br/patrocinios. Os projetos selecionados irão compor a programação dos CCBBs de Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), em 2019 e 2020.

Das 6.562 propostas inscritas, foram pré-selecionadas 451, sendo 112 para realização e 339 para composição do banco de projetos, nas áreas e segmentos de Artes Cênicas, Cinema, Exposição, Música, Ideias e Programa Educativo. Os projetos deverão ser realizados entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2020. As propostas foram analisadas pelo corpo técnico dos CCBBs e por especialistas de mercado e avaliadas com base em critérios pré-determinados e de acordo com valores estratégicos, linha de atuação e eixo curatorial constantes no regulamento do Edital.
Inicia-se, agora, a Fase de Habilitação Jurídica e Regularidade Fiscal e Trabalhista.

“Os projetos selecionados mantêm o viés de excelência da programação dos CCBBs, contribuindo efetivamente para o entretenimento, a valorização da cultura e a apresentação artística de qualidade para um público cada vez mais exigente e atento”, afirma Karen Machado, gerente Executiva da Diretoria de Marketing do Banco do Brasil.

Para a seleção, foram analisados os seguintes atributos: inovação na abordagem, no conceito e/ou na execução; valorização da diversidade, da brasilidade, da cultura e dos valores nacionais e internacionais, bem como de fatos históricos e das manifestações tradicionais e/ou folclóricas; acessibilidade, com possibilidade de formação de público e de fomento a novos talentos.

Aberto em maio deste ano, o Edital identifica projetos a serem patrocinados pelo Banco e demais empresas de seu conglomerado (subsidiárias, coligadas e controladas).

Confira os projetos selecionados: LISTAGEM DE PROJETOS 



sábado, 29 de setembro de 2018

O filósofo e pesquisador Fabiano de Abreu afirma que a perda da credibilidade jornalística é prejudicial para a sociedade e alerta para danos que podem ser irreversíveis para toda a nação.

Devido à proliferação das chamadas "fake news", as pessoas estão zombando do jornalismo, que a cada dia padece da perda da credibilidade. Essa percepção é notória ao andar pelas ruas das cidades, e ao ouvir as pessoas, desde a conversa de bar até os altos círculos acadêmicos.

O filósofo, jornalista e pesquisador Fabiano de Abreu tem monitorado os caminhos tomados pelo jornalismo, e demonstra preocupação: "o que tem-se visto, infelizmente, é a falta de imparcialidade ao transmitir as notícias, o que é preocupante, pois isso está simplesmente destruindo o jornalismo. E quando perde-se a credibilidade do jornalismo, perde-se uma nação”, afirma.

Para Fabiano, não é exagero afirmar que quando a imprensa cai em descrédito, a sociedade cai em decadência: "A imprensa sempre foi responsável por revelar ao grande público a verdade, os esquemas, as negociatas, e trazer à luz tudo que estava oculto, arquitetado nas trevas. Mas agora, na era das fake news, a imprensa tradicional padece, e está sendo vista como caluniosa, ardilosa, e defensora de sua própria agenda, tendenciosa. As pessoas estão perdendo a boa fé na imprensa e nos veículos de comunicação. Hoje, a opinião pública acredita que os jornalistas são infames, e que vale tudo pela audiência, pelos views, pelos cliques, pelo interesse. E isso não pode acontecer”.

O filósofo alerta que, se não houvesse a imprensa, informando e publicando sobre a corrupção, e os esquemas, estamos condicionados a continuar a eleger sempre as mesmas figuras, e assim cometendo os mesmos erros de sempre, devido desconhecimento: “o jornalismo existe para entregar à população a verdade que lhes é ocultada, negada. Graças ao que tem sido trazido à luz pela imprensa, movimentos espontâneos de cidadãos contra a corrupção tem tomado cada vez mais forma e voz ativa. Se a imprensa se calar, for censurada, ou pior, perder a sua credibilidade, as consequências serão catastróficas. Imagine noticiarmos algo, sobre uma personalidade, um político, denunciar um esquema, e a população desacreditar? Assim teremos uma sociedade entregue ao ceticismo, que observará a tudo estóica, inanimada”.

Fabiano alerta que é preciso que o jornalista seja imparcial, e não defenda suas bandeiras ideológicas e políticas ao noticiar os fatos:”tudo bem que existe o jornalismo opinativo, onde âncoras e figuras de destaque dão sua opinião sobre um fato já noticiado, o que é muito comum nos Estados Unidos por exemplo. Mas o que não pode é que a notícia em si já venha processada, carregada da visão e opinião de um jornalista, pois isso é privar quem está do outro lado de receber a notícia apenas pelo que ela é, e assim impedir que se tenha a oportunidade de processar a informação , de formar juízo e opinião própria sobre o tema, sem doutrinação, sem manipulação. As pessoas estão cansadas de serem induzidas, e cada vez mais tem rejeitado isso”.

Em suas considerações finais, Fabiano de Abreu faz um apelo ao retorno da imparcialidade no jornalismo, antes que seja tarde demais: "É preciso que a imprensa retome seu papel de informar, imparcialmente, afim de resgatar a credibilidade e devolver ao público a capacidade de formar sua própria opinião, de livre pensamento, antes que as pessoas se cansem da imprensa tradicional e procurem definitivamente outros meios de obter informação. Não se pode assumir que as pessoas são estúpidas e que não tem percepção das coisas, isso está longe de ser verdade. Como nos versos da famosa banda britânica Pink Floyd, na canção Another Brick in the wall: “Nós não precisamos de educação. Nós não precisamos de controle de pensamento… professor deixe a nós crianças em paz”.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe, neste mês de setembro, o duo composto pela pianista Lúcia Barrenechea e o violoncelista Hugo Pilger. 

Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música de câmera contemporânea. Em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, o concerto com entrada gratuita será neste sábado, dia 29 de setembro, às 15h. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

SERVIÇO:

29/09 – sábado – Prelúdio 21 convida Lucia Barrenechea e Hugo Pilger

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Águas-vivas | Caio Senna

Imagens | Alexandre Schubert

Introspecções II | J. Orlando Alves

Pares | Sergio Roberto de Oliveira

Escrito no Vento, Escrito na Pedra | Marcos Lucas

Aglomeração | Neder Nassaro

Lançamento

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Escrito por Teresa Montero, biógrafa de Clarice Lispector, com orelha por Sergio Fonta e depoimentos de inúmeros artistas, como Malu Mader e Tony Ramos, Wal Schneider e sua equipe lançam o livro que marca os 10 anos de No Palco da Vida.

Lançamento

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A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

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crédito: Lia Amorelli

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