segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Feira do Livro no Shopping Jardim Guadalupe

De 15 de setembro a 14 de outubro, o Shopping Jardim Guadalupe recebe a Feira do Livro Cosmos. 

Os apaixonados por leitura poderão conferir mais de 11 mil livros disponíveis, voltados para os públicos infantil, infanto-juvenil e adultos, com preços a partir de R$5,00.

O evento literário apresenta obras com temas diversificados, desde os clássicos da literatura infantil até livros de dinossauros, mágica, atividades, banho e títulos interativos com fantoches.

“O objetivo da Feira do Livro é estimular o hábito da leitura entre nossos pequenos. Esperamos ter uma boa adesão das famílias de Guadalupe e redondezas”, conta Renata Correa, gerente de Marketing do empreendimento.

Serviço: Feira do Livro Cosmos
Data: de 15 de setembro a 14 de outubro
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h e domingos e feriados, das 13h às 21h
Local: 1º piso - Entrada Principal do Shopping Jardim Guadalupe
Entrada Gratuita

O Shopping Jardim Guadalupe fica na Av. Brasil, 22.155 - Guadalupe, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3512-9100

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Pai Wellington de Omolu volta a comandar o maior programa televisivo de valorização das religiões de matriz africana com transmissão no canal 11 da NET e 08 da Vivo

Desmistificar os preconceitos e valorizar os ensinamentos e preceitos das religiões de matriz africana no Brasil. Essa continua sendo a proposta e o objetivo do famoso ´No Templo dos Orixás` - programa que aborda de forma séria e comprometida os principais fatos, curiosidades e elementos de religiões como a Umbanda e o Candomblé. Sob o comando de Pai Wellington de Omolu, a TV COM, emissora de Santos com abrangência em todo o litoral paulista, começará a transmitir o programa a partir do dia 21, sempre de segunda à sábado às 22h30 e aos domingos às 20h.

'No Templo dos Orixás' também será transmitido pelo canal 11 da NET e O8 pela Vivo Fibra. “O programa está repaginado. A previsão é de que tenhamos um novo quadro só de convidados ilustres. Continuaremos com o espaço dedicado ao público, no qual respondo emails dos telespectadores com dúvidas sobre as práticas e conceitos difundidos dentro das religiões afro. É uma forma eficiente de combater o preconceito e mostrar ao telespectador a magnitude e a importância dessas religiões no dia a dia do povo brasileiro,” adianta Pai Wellington de Omolu, apresentador do programa ‘No Templo dos Orixás´ e um dos principais líderes do Candomblé no país.

A reestreia do programa promete trazer ao público um conteúdo altamente didático. Pai Wellington falará sobre as principais diferenças entre a Umbanda e o Candomblé, e das perspectivas de futuro dos problemas sociais como o período de recessão que o país atravessa. O apresentador também conversará com o público sobre o significado das gírias e expressões comumente utilizadas para depreciar as religiões como as palavras macumba e Exu, por exemplo.

Serviço: Reestreia do Programa ‘No Templo dos Orixás´

Data: 14/09/2017

Horário: Às 22h30

Emissora: TV COM

Canal 11 da Net

Canal 08 - Vivo Fibra

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Micaela Costa
No próximo sábado, 2 de setembro, às 15h, Micaela Costa, que com 28 anos já compõe a executiva nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), marcará presença na Bienal do Livro. 

Com tema "O mundo dos livros na era das telas iluminadas" a mesa irá discutir as relações entre leitura, escrita e oralidade no mundo digital que vivemos. Para falar do assunto, a jovem contará com a companhia de outras duas mulheres: a especialista em literatura digital Benita Prieto e a escritora Patrícia Ladeira. A mediação fica por conta do Pedro Gerolimich, Coordenador do projeto "Livro de Rua". 

A Bienal, que começou hoje (31) e vai até 10 de setembro, vai privilegiar a vivência de narrativas além do texto pelos visitantes e conta com espaços com jogos, tecnologia e interatividade.

Serviço:

Mesa: O mundo dos livros na era das telas iluminadas

Horário: 15h

Debatedoras: Benita Prieto, Patrícia Ladeira e Micaela Costa

Mediador: Pedro Gerolimich
Local:Riocentro | Pavilhão Verde - O19
Os ingressos custam R$ 24 (inteira) e R$ 12 (meia). Professores, autores, profissionais do livro e crianças com menos de 1 metro de altura não pagam. Venda pelo site www.bienaldolivro.com.br

Arte Bienal do Livro

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Debora Lamm interpreta Medéia na peça “Mata teu pai”, a partir de 31 de agosto, no Teatro Poeira

A montagem celebra 20 anos de carreira da atriz, que depois de muitos papéis cômicos vai interpretar um papel trágico no teatroEntre expatriados e imigrantes, a Medéia de Debora Lamm questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceitoTexto de Grace Passô inaugura uma nova perspectiva e versão para o mito Medéia


Sexto espetáculo da Cia OmondÉ, “Mata teu pai” é uma livre adaptação do mito de Medéia e foi escrito por Grace Passô especialmente para a atriz Debora Lamm. O primeiro solo teatral da carreira da atriz. Entre expatriados e imigrantes, a Medéia de Debora Lamm questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito. A montagem celebra 20 anos de carreira de Debora Lamm, que depois de muitos papéis cômicos vai interpretar um papel trágico no teatro. O espetáculo cumpre temporada de 31 de agosto a 29 de outubro, quinta a sábado às 21h, domingo às 19h, no Teatro Poeira.

– “PRECISO QUE ME ESCUTEM!” diz Medéia em sua primeira fala na peça “Mata teu pai”. E ela, aliás, elas, têm muito a dizer sobre nossos dias, nossos tempos tristes, onde imperam o retrocesso e a intolerância. Medéia está em movimento, vive em meio a escombros da cidade onde agora está. Encontra mulheres: síria, cubana, paulista, judia, haitiana. Se vê na mesma condição de imigrante. Algumas tornam-se suas cúmplices, outras suas algozes. Percorre um caminho interior, onde decide que quem tem que morrer é Ele, que a desprezou e tirou seu direito de ser sua mulher. “Que direitos temos nós?” Ela tem consciência de seus direitos e luta por eles. Para além de um paralelo sobre o mito, Grace Passô recria a sua feiticeira, performatizada por Debora Lamm, e a insere nos dias de hoje, criando assim um debate sobre a condição da mulher atual. Também propõe uma mudança na história, inaugurando uma nova perspectiva e versão para o mito. Oxalá o mal não avance mais do que agora. – explica a diretora Inez Viana.

A encenação se baseia no discurso de Medéia, onde o público tem papel fundamental. 

– Medéia é uma protagonista feminina que desafia o amor romântico. Na tragédia ela ressignifica o sentimento quando na fuga com o ser amado, o que fará dela uma estrangeira, mata o próprio irmão e mais adiante mata seus próprios filhos com Jasão ao se ver traída por ele. A Medéia de “Mata teu pai” leva consigo o discurso e angústias do mundo atual. Dar voz a uma personagem milenar é sempre um desafio – comenta Debora Lamm que, além de “Mata teu pai”, segue 2017 como uma das protagonistas do “Zorra”, em dois longa-metragens e dirigindo uma nova peça “O Abacaxi".

Junto com Debora Lamm, em “Mata teu pai” também estarão em cena As meninas da Gamboa, 13 senhoras com mais de 65 anos, moradoras da região da Gamboa, que formam um coro, uma espécie de inconsciente de Medéia.

Em circulação pelo Rio, São Paulo e Curitiba, “Mata teu pai” coleciona indicações a prêmios teatrais

Com uma ambientação simples da cenógrafa Mina Quental, um campo minado se desenha no espaço, trazendo toda a sorte de lixo eletrônico, como caixas e mais caixas de carregadores de celular, baterias, teclados de computador, monitores, etc… A luz de Nadja Naira e Ana Luzia De Simoni revela formas, rostos, corpos, de forma transversal, criando contradições nas imagens, para que o espectador possa construir junto, se sentindo parte da história. A direção de movimento de Marcia Rubin recria, a partir do coro de senhoras, uma atmosfera onírica como se elas habitassem apenas o sonho de Medea. A equipe de criação conta ainda com figurinos de Sol Azulay, caracterização de Josef Chasilew, direção musical de Felipe Storino e programação visual de Felipe Braga.

Indicado ao Prêmio Cesgranrio na categoria melhor texto nacional inédito e ao Prêmio Shell nas categorias de melhor cenário e melhor iluminação, “Mata teu pai” estreou nacionalmente em janeiro de 2017 no Espaço Cultural Sérgio Porto, Rio de Janeiro. Em abril participou da programação oficial do Festival de Curitiba e do Gamboavista. Em maio fez temporada de sucesso em São Paulo, no Sesc Ipiranga. Em junho fez temporada no Galpão Gamboa, localizado na zona portuária do Rio de Janeiro.

Assista ao trailer de “Mata teu pai” - https://vimeo.com/198869349  

Debora Lamm celebra 20 anos de carreira atuando no primeiro solo teatral, no humorístico “Zorra”, em peça com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, em dois longas para o cinema e dirigindo para o teatro

Debora Lamm está no elenco dois longas: “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo - seu personagem ‘Quézia’ é presidente do Fã Clube de uma Boy Bands dos anos 80 que tenta resurgir com eles a todo custo -, com estreia prevista para o dia 5 de outubro e em “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende (seu personagem ‘Regina’ é uma empregada doméstica de caráter duvidoso), com estreia prevista para o segundo semestre deste ano. Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos dentre os mais recentes “5x Comédia” de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski, “Fatal” de Jô Bilac, Pedro Kosovski e Marcia Zanelatto, “El Pânico” de Rafael Spregelburd, “Infância, Tiros e Plumas” de Jô Bilac, “Cock - Briga de Galo” de Mike Bartlett, “Maravilhoso” de Diogo Liberano, “O Médico e o Monstro” de Georg Osterman, “Os Mamutes” de Jô Bilac e as “Conchambranças de Quaderna” de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação. Dirigiu as peças: “Abacaxi” (2017), “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” (2014), “O Palhaço da Guerra” (2014) e “Ricardo” (2013). No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a Cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”. “Mata teu pai” é o primeiro solo teatral de Debora Lamm.

Ficha técnica
 
Texto: Grace Passô
Direção: Inez Viana
Performance: Debora Lamm
Participação: As Meninas da Gamboa
Direção de Produção: Maria Albergaria
Produção Executiva: Junior Dantas
Iluminação: Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni
Cenário: Mina Quental
Figurino: Sol Azulay
Caracterização: Josef Chasilew
Direção Musical: Felipe Storino
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Felipe Braga
Foto e Vídeos de Divulgação: Elisa Mendes
Um projeto da Cia OmondÉ

Serviço

“Mata teu pai”
Texto: Grace Passô
Direção: Inez Viana
Performance: Debora Lamm
Participação: As Meninas da Gamboa
Sinopse: Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito.
Local: Teatro Poeira, Rua São João Batista, 104, Botafogo (tel. 2537-8053)
Temporada: de 31 de agosto a 29 de outubro, quinta a sábado às 21h, domingo às 19h
Ingresso: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)
Vendas pela internet http://www.tudus.com.br/
Classificação 14 anos
60 minutos
Drama

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Montagem da Cia OmondÉ confronta o passado e o presente do Brasil, levantando questões de ética e valores morais.

Leonardo Bricio protagoniza thriller contemporâneo baseado em romance histórico de Alcione AraújoPeça volta ao Rio, de 19 a 27 de agosto, no Espaço Furnas Cultural, com ingressos grátis

Os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos de repressão estruturam o espetáculo “Nem mesmo todo o oceano”. Protagonizado pelo ator Leonardo Bricio, a montagem resulta da adaptação que a premiada diretora Inez Viana fez em 2013 do romance homônimo do escritor, dramaturgo e pensador Alcione Araújo. As apresentações de “Nem mesmo todo o oceano” no Espaço Furnas Cultural, acontecem em 4 únicas apresentações, nos dias 19, 20, 26 e 27 de agosto, sábado às 20h e domingo às 19h, com ingressos grátis, distribuídos na bilheteria 1 hora antes.

O espetáculo levanta questões de ética e valores morais, contando a história fictícia de um médico recém-formado. O público conhece a difícil infância de menino pobre no interior de Minas, os primeiros tempos de estudante vivendo em pensões no Rio de Janeiro, as decepções amorosas, as frustrações existenciais, a difícil sobrevivência em meio às feras do asfalto selvagem, enfatizando sobretudo o seu processo de perversão espiritual. A montagem é um thriller contemporâneo dentro de um romance histórico.

Na peça, fatos reais se misturam à ficção, trazendo ao espectador imediata identificação de uma das mais agravantes e dolorosas épocas do nosso país, a era da inocência perdida. A esse respeito a diretora Inez Viana comenta: “É a história de tantos brasileiros. Gente que se formou, mas não tinha nenhuma cultura geral. Um alienado. Você não pode estar desconectado da vida política de seu país. Ele (o médico da peça) chegou aonde chegou, por conta de sua alienação.” Inez conclui com uma reflexão: “É impressionante como essa peça, que fala dos anos de chumbo, acontece em ocasiões críticas do país: estreamos em agosto de 2013, no meio das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus, e meio ano antes de se completar os 50 anos da ditadura militar. Fizemos depois várias temporadas e agora voltamos com ela no momento em que nossa democracia está ameaçada. No mínimo, simbólico.”


Na encenação, os atores Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell, intercalam-se nos diversos personagens da trama, trajam figurino simples porém elegante, e atuam com a liberdade do espaço vazio (não há cenário). Com isso a diretora privilegia o ator, colocando-o como centro do espetáculo, valorizando o jogo teatral e a imaginação do espectador.

A estreia nacional de “Nem mesmo todo o oceano” aconteceu em 2013, na Arena do Espaço Sesc, Rio de Janeiro. A peça cumpriu outras temporadas de sucesso no Rio, nos teatros Glaucio Gill, Alcione Araújo e Caixa Cultural, passou pelo Galpão Gamboa e fez o circuito de 14 Lonas Culturais Municipais pela periferia da cidade. Em circulação pelo Brasil, fez o Circuito Sesc do Cariri (Juazeiro do Norte, Iguatu e Crato), se apresentou em temporadas em Campina Grande, Belo Horizonte, Fortaleza, Passo Fundo, Lajeado, Pelotas, Recife, Salvador e participou da programação oficial do Festival de Curitiba. Sendo indicada aos prêmios APTR de Melhor Produção e Questão de Crítica de Melhor Direção e Melhor Trilha Sonora.

Sobre a Cia Omondé

A Cia OmondÉ surgiu no final de 2009 da vontade da diretora e atriz Inez Viana em formar um grupo com atores e atrizes vindo de várias partes do Brasil, para o aprofundamento de uma pesquisa cênica, onde a diversidade, a brasilidade e o diálogo com a cena mundial contemporânea fossem concomitantemente estudados. Trata-se de uma busca aos signos do teatro, infinitos se pensarmos na precisão de um gesto ou na magia do aparecimento de um objeto em cena, levando o espectador a ser cúmplice não-passivo, co-autor e não somente voyer do espetáculo. O repertório da OmondÉ compõe-se das peças: “As Conchambranças de Quaderna” (2009) de Ariano Suassuna, “Os Mamutes” (2011) de Jô Bilac, “Nem mesmo todo o oceano” (2013) de Alcione Araújo, “Infância, tiros e plumas” (2015) de Jô Bilac e “Mata teu pai” (2017) de Grace Passô.

Ficha Técnica

Autor: Alcione Araújo
Adaptação e Direção: Inez Viana
Direção de Produção: Claudia Marques
Elenco: Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell
Iluminação: Renato Machado
Direção Musical: Marcelo Alonso Neves
Figurino: Flávio Souza
Consultoria Dramatúrgica: Pedro Kosovski
Assistentes de Direção: Carolina Pismel, Debora Lamm e Juliane Bodini
Programação Visual: Dulce Lobo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Serviço

“Nem mesmo todo o oceano”
Autor: Alcione Araújo
Adaptação e Direção: Inez Viana
Direção de Produção: Claudia Marques
Elenco: Cia OmondÉ / Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell
Sinopse: Thriller contemporâneo que conta os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos da repressão, enfatizando o processo de perversão espiritual do ser humano.
Local: Espaço Cultural Furnas. Rua Real Grandeza, 219, Botafogo (tel. 2528-5166)
Únicas apresentações: 19, 20, 26 e 27 de agosto, sábado às 20h e domingo às 19h.
Ingressos: GRÁTIS, com distribuição na bilheteria 1 hora antes.
Capacidade de público: 170 lugares
Classificação: 16 anos
Duração: 80 minutos
Trailer do espetáculo: http://vimeo.com/73329373






quarta-feira, 9 de agosto de 2017

William Vita

O Auto da Compadecida, clássico de Ariano Suassuna, esta em cartaz na Sala Baden Powell, em Copacabana, para uma temporada de um mês, todas as quintas e sextas-feiras de agosto.

O elenco é formado por veteranos da nossa TV como Willian Vita, no ar em "A Força Do Querer", novela da Rede Globo, como o comandante de Jeiza (Paola Oliveira), Ismar Santos, que conta com mais de 15 novelas, Lucas Leone, o Adamastor de "Pega Pega", novela também da Globo. Edu Porto, que passou pela "Malhação", fez "José do Egito", entre outras produções, junto com Vita saiu de cartaz no último domingo, com "Era Só Por Uma Noite", direto para esta readaptação de Suassuna.

Outros artistas formam este grande elenco, muitos deles da Academia Vita de Atores, com sede em Copacabana, Recreio e Campo Grande!

William Vita, ator, diretor e roteirista de diversos projetos teatrais e cinematográficos, propõe que a encenação de cada artista, seja a riqueza do espetáculo, através de leitura própria, performance com o parceiro, na elaboração de seu material cênico e figurino. O trabalho é focado no que o ator pode extrair do jogo teatral, do texto e da construção de imagens cênicas, proporcionando uma diversão aos próprios atores e principalmente à platéia.

O cenário é de fácil locomoção e mostra a simplicidade do sertão, com a figura da igrejinha ao fundo do palco. O ambiente se transforma na hora do purgatório somente com o auxílio da luz, trazendo ao fundo a sala de julgamento e local da aparição de Manoel e da Compadecida.

A atmosfera da encenação é tomada por uma trilha sonora através de músicas, com características juninas e religiosas.

O autor, Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927 — Recife, 23 de julho de 2014), romancista, ensaísta, poeta e professor brasileiro foi um defensor da cultura do Nordeste e um dos mais importantes dramaturgos brasileiros.

No ano seguinte de seu nascimento, deixa a Paraíba com a família e passa a morar no sertão. Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro.

Fundador do Conselho Federal de Cultura (1967), foi nomeado pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPe (1969). Ligado diretamente à cultura iniciou, em 1970, em Recife, o "Movimento Armorial", interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais.

Foi membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Faculdade Federal do Rio Grande do Norte (2000). Foi o sexto ocupante da Cadeira nº 32, eleito em 3 de agosto de 1989, na sucessão de Genolino Amado e recebido em 9 de agosto de 1990 pelo Acadêmico Marcos Vinicius Vilaça.

Ariano construiu em São José do Belmonte (PE), onde ocorre a cavalgada inspirada no "Romance d'A Pedra do Reino", um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.

A Sala Baden Pawell abre suas portas a partir das 19 horas, a faixa etária é de 12 anos.


SERVIÇO:

O Auto da Compadecida

Data: - 10, 11, 17, 18, 24, 25 e 31 – Todas as quintas e sextas de agosto/2017

Local: - Sala Baden Powell – (Av. N. Sra. de Copacabana, 360 - Copacabana, Rio/RJ)

Horário: - 20h

Ingresso: - R$ 50 / R$ 25 (meia) – R$ 20 Lista Amiga e Classe Artística pelos telefones: (21) 99999-1-555 (Academia Vita de Atores)

Vendas: - Bilheteria do Teatro: (21) 2255-1067

- Academia Vita De Atores: (21) 99999-1-555
· Copacabana: Av. N. Sra. de Copacabana, 195 sl 718
· Recreio: Shopping Barra World - Mundo Árabe, sl 276 B
· Campo Grande: Av. Maria Tereza, 260 sl 524 Ed. Plaza Office Bl. Unique

Idade: - 12 anos.

Duração: - 90 minutos

FICHA TÉCNICA:

Espetáculo: - O Auto da Compadecida

Direção: - William Vita

Iluminação: - Amanda Oliveira

Dir. Musical: - Nil Maia

Figurino: - Aline Vassali, Cacilda Trevas, Khrysley Santos

Maquiagem: - Aline Vassali, Khrysley Santos

Cenografia: - William Vita

Prod. Executiva: - Academia Vita de Atores

Elenco:

1. Aline Vassali - Compadecida

2. Daniel Feitoza - Cabra

3. Edu Porto - Frade

4. Eduardo Dória - Chicó

5. Eric de Moraes - Sacristão

6. Gutemberg Rodrigues - Padeiro

7. Ismar Santos - Padre

8. Khrysley Santos - Mulher do Padeiro

9. Lucas Leone - Severino Aracaju

10. Mayara Nipo - Encourado

11. Ronan Ribeiro - Jesus

12. Silvia Bertelli - João Grilo

13. William Vita - Bispo

Duração: - 90 minutos

Classificação: - 12 anos

Gênero: - Comédia

Dir. Autorais: - Licenciado pela Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus)

Informações: - Academia Vita de Atores (21)2427-0108 / 2541-1279 - www.vitadeatores.tv

- vitadeatores@globo.com

Imprensa: - ricardoaraujoassessoria@gmail.com

- Ricardo Araújo

- 21 983736735

segunda-feira, 7 de agosto de 2017


A artista visual carioca Moema Branquinho, umas das expositoras da mostra do Festival de Esculturas Itinerantes, que está em cartaz até dia 27 de agosto no Museu Nacional da República, em Brasília , participa em paralelo - junto com outras duas artistas cariocas - da 6° Bienal de Mosaico de Curitiba - Free Mosaic, de 3 de agosto a 3 de setembro, no Mezanino e no Salão Paranaguá do Memorial de Curitiba. 

A artista formada pela École Nationale Supérieure des Beaux Arts de Paris (1987-1993), especializada em Mosaico Artístico, irá expor a obra “Mergulho” composta por caco de vidro, refugo de Blindex, liso e fragmentado e pigmento fixados sobre madeira . 

“O elemento água sempre me inspirou para desenvolver os meus trabalhos. A obra em questão é uma assemblage do elemento água mostrando os ritmos da silhueta de uma nadadora; me foquei em sua transparência e o reflexo da luz produzida pelos raios do sol. A obra "Mergulho" composta por 10 placas recortados em quadrados e retângulos tem uma percepção diferente. Sendo esta exposta no chão, forçando o espectador de olhar de cima podendo assim ter uma visão geral desta peça que representa a forma sinuosa do corpo feminino”, explica Moema. 

Além de Moema participam da exposição as cariocas com a obra "Movimento" da artista Maria Artemis e Vania Carvalho com a obra “Cérebro”.

A exposição “Free Mosaic” abrigará 74 trabalhos, realizados por 88 artistas mosaicistas. As obras estão distribuídas entre esculturas, painéis e uma instalação. A diversidade de técnicas, materiais e estilos dentro do universo do Mosaico é a proposta desta edição, que pretende passar para o visitante a riqueza da liberdade que o mundo musivo permite nas expressões artísticas de trabalhos contemporâneos.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Vencedor dos prêmios Pulitzer na categoria melhor drama e Tony na categoria melhor texto, “Agosto” (August: Osage County), de Tracy Letts, terá sua primeira montagem no Brasil a partir de 3 de agosto, no teatro do Oi Futuro Flamengo. A montagem vai celebrar os 40 anos de carreira da atriz Guida Vianna, que depois de muitos papéis cômicos vai interpretar um papel dramático na história sobre conflitos familiares que em 2013 foi adaptada para o cinema em “Álbum de Família”, filme protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts.

Com direção de André Paes Leme, o elenco de “Agosto” terá, além de Guida, Letícia Isnard, também como uma das protagonistas, e Alexandre Dantas, Claudia Ventura, Claudio Mendes, Eliane Costa, Guilherme Siman, Isaac Bernat, Julia Schaeffer, Lorena Comparato e Marianna Mac Niven. A peça mostra uma família disfuncional que se reúne depois que o pai desaparece, em um encontro de acerto de contas entre a mãe que se trata de um câncer e as irmãs que escondem pequenos e amargos segredos, inclusive de seus maridos.

No papel de Violet, Guida Vianna retorna aos palcos em “Agosto” após três anos dedicados a produções audiovisuais, na televisão e no cinema. “Violet é uma mulher que vive numa situação limite, literal e metaforicamente falando”, analisa Guida. “Literal porque faz quimioterapia para um câncer de boca, e talvez sua morte esteja anunciada. Metaforicamente, porque sua família está se desmantelando: o marido sumiu, as filhas só esperam o funeral para partir, e a ela só restará permanecer sozinha aos cuidados de uma empregada que ela não conhece”. Guida Vianna celebra uma trajetória de mais de 40 espetáculos teatrais, sendo vencedora do Prêmio Shell 2004 e do Prêmio Qualidade Brasil 2006. No audiovisual, atuou em oito novelas, oito minisséries e 14 filmes. Atualmente, está no ar na série infantil “Valentins”, do canal Gloob.

Os principais conflitos de Violet são com a filha Barbara, interpretada por Letícia Isnard. “Violet guarda mágoa de Barbara porque ela não voltou para casa quando soube do seu câncer, mas voltou quando o pai desapareceu”, conta Guida. “É a filha preferida porque Violet a julga a mais inteligente e a mais parecida com ela, e os temperamentos parecidos levam as duas a embates frequentes”.


Intérprete de Barbara, atualmente em cartaz no cinema com “Um tio quase perfeito” e na Rede Globo nos seriados “Sob Pressão” e “Filhos da Pátria”, Letícia Isnard chama a atenção para como a semelhança com a mãe assombra sua personagem. “Ela luta para não ter o mesmo destino da mãe: a solidão, consequente de uma personalidade forte, acachapante e agressiva”, explica. “Romper com esse ciclo de infelicidade e violência é também um ato de amor”. Em crise com o marido, a filha adolescente, distante das irmãs e do pai, “Barbara é uma mulher forte, que está num momento de total desestabilização”, resume a atriz.

Montagem vai dividir o palco em cômodos para uma “múltipla espacialidade”

Atualmente se dividindo entre o Rio e Lisboa, o diretor André Paes Leme diz que o primeiro cuidado que teve com a adaptação foi “suavizar o contexto norte-americano” da peça. O segundo foi em relação ao “realismo acentuado” proposto pelo autor: “Priorizei as situações de conflito e busquei não valorizar ao detalhe a construção do ambiente de cada cena”, explica. “Me interessa a complexidade das relações familiares, a intensidade com que depositamos no núcleo familiar tanto um amor inquestionável como também despejamos as angústias e inseguranças das nossas vidas”, diz o diretor. “Textos como esse revelam o quanto imprevisível é o comportamento humano”.

A montagem de “Agosto” vai dividir o palco do Oi Futuro nos cômodos da casa em que se passa a história, em uma “múltipla espacialidade” que vai exigir uma visão ativa do espectador, avisa Paes Leme. “A ação passeia por todos os cômodos e a proposta do autor é que o espectador possa ver simultaneamente todos os ambientes”, diz Paes Leme. “Na nossa concepção, as cenas serão sobrepostas: a personagem que está num determinado ambiente estará exatamente ao lado de outra que ocupa outra área da casa. Gradativamente, as diferentes cenas vão convivendo no palco”.

Isaac Bernat vive artista e professor na montagem brasileira

Em “Agosto”, Isaac Bernat vive dois personagens: Beverly, “um artista que só realizou uma grande obra”, como o próprio ator define, e Bill, o marido de Barbara, “um homem atormentado pelo amor que sente pela mulher e a impossibilidade de continuar com ela”. Eliane Costa vive Mathie Fae, uma mulher “potente, bem-humorada, libidinosa”, mas que exerce seu temperamento autoritário com o marido e o filho, como explica a atriz. Karen é a “mulher romântica com um passado sombrio”, que passa por cima da ética em busca da felicidade, segundo sua intérprete, Claudia Ventura. Para o encontro familiar, ela traz Steve (Alexandre Dantas), um homem com fraco por mulheres mais novas que se aproveita da baixa autoestima da companheira. Claudio Mendes interpreta Charlie, um agregado da família que consegue, por sua situação, distanciamento para interpretar os problemas de relação que testemunha. Ivy, interpretada por Marianna Mac Niven, se envolve com o primo Júnior (Guilherme Siman), o oprimido filho de Mathie Fae. Siman vê seu personagem como “um sujeito frágil, de bom coração, que se deixa arrastar pela vida, mas que enfim encontrou um afeto real, e está disposto a lutar por isso”. Completam o elenco Lorena Comparato como a adolescente petulante e ingênua Jean, e Julia Schaeffer, como a empregada Johnna, é a presença “que remete a um equilíbrio e paz interior, o que parece contrastante no meio de uma família desestruturada”.

Se o destino das personagens é inevitavelmente trágico, isso não faz de “Agosto” uma tragédia. Tracy Letts usa recursos do melodrama, da comédia de costumes, das sitcoms da televisão norte-americana e do vaudeville, mantendo a unidade formal, a coerência interna e estética da sua obra.

Autor é um dos mais importantes do teatro contemporâneo dos EUA

Nascido em Tulsa, Oklahoma, Tracy Letts é um dos mais importantes autores norte-americanos vivos. Vencedor dos prêmios Pulitzer na categoria melhor drama e Tony na categoria melhor texto, “August: Osage County” estreou em Chicago em 2007, na montagem do Steppenwolf Theatre Company (companhia a que pertence Letts), encenada depois em Nova York e Londres, entre outras cidades e países. Em 2013, a obra inspirou o filme “Álbum de Família” protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts, além de Ewan McGregor, Juliette Lewis, Sam Shepard e Benedict Cumberbatch. E agora terá sua primeira montagem no Brasil pelas mãos da produtora Maria Siman, da Primeira Página Produções, em parceria com Andrea Alves e Sarau Agência de Cultura Brasileira.


“Agosto” é uma realização da Primeira Página Produções e Sarau Agência de Cultura. O espetáculo conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi, com apoio do Oi Futuro e copatrocínio Multiterminais. Recursos captados através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Lei do ISS Rio de Janeiro.

Em Portugal desde 2005, onde faz Doutorado na Universidade de Lisboa e é casado com a atriz e empresária portuguesa Patrícia Simões, André Paes Leme já montou cinco espetáculos em Lisboa, o mais recente no início desse ano como coordenador artístico da Escola da Cia Chapitô, por conta de uma encenação de grandes dimensões no Museu Nacional de Arte Antiga, que reuniu mais de 70 jovens artistas de circo. Em “Agosto”, ele volta a trabalhar com Andrea Alves, integrante de sucessos como “Gonzagão - a lenda”, “Ópera do Malandro”, “Gota D'água [a seco]”, “Auê” e “Suassuna - O Auto do Reino do Sol”.

“Tenho uma parceria com o diretor André Paes Leme há mais de vinte anos”, diz Andrea. “Quando Maria Siman me convidou para coproduzir a peça e eu li o texto, achei que ele poderia adaptar e criar uma proposta diferente da encenação original, aproveitando a qualidade da dramaturgia a favor de uma teatralidade focada no texto e nos atores.

Responsável pela produção de importantes espetáculos como “Ensina-me a Viver”, “O Pequeno Príncipe”, “O Grande Circo Místico”, “Incêndios” e “Maria do Caritó”, Maria Siman adquiriu os direitos do texto teatral para montagem no Brasil após assistir ao filme “Álbum de Família”. “Percebi que se tratava de dramaturgia adaptada para o cinema e parti em busca dos direitos de montagem da peça no Brasil”, lembra.


Ficha técnica

Texto: Tracy Letts
Tradução: Guilherme Siman
Direção e Adaptação: André Paes Leme
Direção de Produção: Andrea Alves e Maria Siman
Idealização e Coordenação Geral: Maria Siman
Elenco: Guida Vianna (Violet Weston), Letícia Isnard (Barbara Fordhan), Alexandre Dantas (Steve Heidebrecht), Claudia Ventura (Karen Weston), Claudio Mendes (Charlie Aiken), Eliane Costa (Mattie Fae Aiken), Guilherme Siman (Charlie Júnior), Isaac Bernat (Beverly Weston/Bill Fordham), Julia Schaeffer (Johnna Monevata), Lorena Comparato (Jean Fordham) e Marianna Mac Niven (Ivy Weston).
Diretor Assistente: Anderson Aragón
Cenografia: Carlos Alberto Nunes
Figurino: Patrícia Muniz
Iluminação: Renato Machado
Música: Ricco Viana
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotografia: Silvana Marques
Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Oi
Copatrocínio: Multiterminais
Co-realização: Oi Futuro
Realização: Primeira Página Produções, Sarau Agência de Cultura Brasileira, Ministério da Cultura, Governo Federal – Brasil Ordem e Progresso.

Serviço

Oi Futuro - Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro (tel. 21 3131-3060)
Lotação do teatro: 63 pessoas
Temporada: 3 de agosto a 17 de setembro, quinta a domingo, às 20h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Venda na bilheteria de 3ª feira a domingo, das 14h às 20h ou pelo site ticketplanet.com.br
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 120 minutos
Gênero: Drama



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